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UFSCar recebe comitiva de universidade da Escócia para estabelecer parcerias de pesquisa

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Comitiva da Strathclyde University reunida com servidoras e servidores docentes e técnico-administrativos da UFSCar para fortalecer parcerias entre as instituições (Foto: Beatriz Maia – AECR/UFSCar)

A UFSCar recebeu no dia 3 de maio a visita de comitiva da Universidade de Strathclyde, sediada na Escócia. Três professores da área de Engenharia e o responsável pelo departamento de relações internacionais da universidade escocesa se reuniram com representantes da UFSCar pela manhã, retomando contatos iniciados em 2012. Esta é a quarta vez que a Universidade recebe docentes de Strathclyde, que atribuíram o interesse na Universidade ao programa Ciência sem Fronteiras, que proporcionou a ida de 15 estudantes da UFSCar à universidade escocesa.

Durante a visita anterior à desta semana, em maio de 2015, foram feitas reuniões com docentes do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET) para estabelecer contatos e despertar parcerias na pesquisa. Confirmados os interesses, neste ano o grupo de visitantes encontrou docentes e visitou laboratórios, já dando início às tratativas que visam a assinatura de acordos de cooperação específicos com as áreas, a fim de viabilizar oportunidades de mobilidade.

O docente do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE) Osmar Ogashawara acompanhou o professor Olimpo Anaya-Lara, de Strathclyde, na visita aos laboratórios do DEE. Ogashawara conta que utiliza um livro do professor em uma disciplina e, durante a visita, foi convidado a traduzir o material para o Português. O contato foi o primeiro passo para a viabilização de futuras parcerias entre as instituições. “Anaya-Lara pediu para conhecer o projeto pedagógico do curso de Engenharia Elétrica e ficou bastante impressionado com a abrangência do curso e como estudantes realizam trabalhos nos laboratórios de Eletrônica logo nos primeiros anos. Vislumbramos a possibilidade de promover o intercâmbio de estudantes de graduação e uma futura dupla diplomação. Durante as conversas, identificamos áreas comuns de pesquisa, e trabalharemos juntos para formalizar parcerias em projetos”, conta o docente.

A Secretária Geral de Relações Internacionais da UFSCar, Camila Höfling, destacou durante o encontro as discussões realizadas pelas universidades brasileiras no sentido de superar as dificuldades de estudantes e pesquisadoras e pesquisadores não falantes de Português. “Esse assunto vem sendo discutido pelas universidades brasileiras, e notamos a importância de políticas institucionais que possam dar condições para que docentes deem aulas em Inglês e, assim, multiplicar as possibilidades de internacionalização. Além disso, na UFSCar, como em outras instituições, são oferecidos cursos de Português para pessoas estrangeiras, o que também colabora nesse sentido”, contou Hofling.

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UFSCar sedia seminário sobre cooperação entre países da América do Sul e Europa no Ensino Superior

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Representantes do projeto Ulises discutem estratégias de internacionalização em evento realizado na UFSCar (Foto: Izabela Cardoso – CCS/UFSCar)

Durante os dias 12 e 13 de novembro, a UFSCar sediou a reunião final do projeto Ulises (Universities Linking Initiatives and Synergies in Europe and South America), com o tema “Relacionando mobilidade, empregabilidade e desenvolvimento local: Novas prioridades na cooperação entre Europa e América Latina na Educação Superior”. O encontro, organizado pela Diretora da Divisão de Convênios para Relações Internacionais da Secretaria Geral de Relações Internacionais (SRInter) da Universidade, Maria Estela Antonioli Pisani Canevarolo, reuniu representantes das instituições participantes do projeto e a comunidade universitária da UFSCar e promoveu mesas que apresentaram o projeto e discutiram seus objetivos. Uma das ênfases do Ulises é a empregabilidade associada à internacionalização e, para abordar o tema, estudantes e ex-alunos da Universidade que participaram de programas de mobilidade compartilharam suas experiências, relacionando-as com os desdobramentos da vida profissional.

Um dos destaques do evento foi a apresentação do Vice-Reitor de Relações Internacionais e Mobilidade da Universidade de Coimbra, Joaquim Ramos de Carvalho, sobre os impactos do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) nas instituições de Ensino Superior europeias. O tema foi investigado no âmbito do projeto Alisios (Academic Links and Strategies for the Internationalisation of the High Education Sector), coordenado por Carvalho, que reuniu informações institucionais das universidades europeias para traçar um amplo diagnóstico. Uma das questões investigadas foi em que medida o CsF promoveu cooperações mais fortes do que o simples intercâmbio de estudantes. De acordo com os relatórios, 35% das respostas apontaram positivamente para parcerias aprofundadas, enquanto 85% das instituições afirmaram que gostariam de estabelecer mais parcerias com universidades brasileiras. A pesquisa apontou também alguns desafios para a internacionalização, como o reconhecimento por parte das instituições de origem das atividades realizadas pelos estudantes nas universidades europeias, bem como entraves na comunicação entre as instituições. O estudo sugere, também, que se estabeleçam parcerias interinstitucionais que enquadrem a mobilidade, tanto para desenvolver ainda mais o potencial do CsF, como para aumentar a mobilidade de estudantes europeus para o Brasil.

Para o Vice-Reitor da Universidade de Coimbra, é necessário que as instituições de Ensino Superior brasileiras e europeias pensem em novos projetos para aprimorar suas estratégias de internacionalização. “O Ciência sem Fronteiras colocou o Brasil na agenda das universidades da Europa quando promoveu a mobilidade de uma enorme quantidade de estudantes. Como esse processo foi bastante rápido, começamos agora a avaliar os impactos e a pensar em estratégias para o que tenho destacado ser fundamental nesse aspecto – o estabelecimento de relações profundas e consistentes entre as universidades. Para que uma universidade seja verdadeiramente internacional, não basta que ela promova a mobilidade. É necessário que ela atue em diferentes vertentes, inclusive para receber bem seus estudantes de outros países. É preciso investimento, é evidente, mas também é preciso questionamento: será que estamos sendo realmente globais? O estímulo à diversidade é fundamental nesse aspecto, precisamos trabalhar com tradições diferentes e não permitir que as barreiras culturais permaneçam dentro de nossas instituições”, afirma Carvalho.

Ulises

O projeto Ulises foi iniciado em outubro de 2013 e vai até dezembro deste ano, no contexto do programa de cooperação e mobilidade Erasmus Mundus. A UFSCar é a única instituição brasileira participante e, juntamente com a AUGM (Associação de Universidades Grupo Montevidéu), a Universidad Nacional de Chilecito (Undec, da Argentina) e a Universidad de La República (Udelar, do Uruguai), compõe o bloco da América Latina. Nos países da Europa, os parceiros são o Observatório das Relaciones Unión Europea – América Latina (Obreal, da Espanha), a Agencia Nacional de Evaluacion de la Calidad y la Acreditacion da Espanha (Aneca), a Tilburg University (holandesa), a Université de Montpellier (França) e a Università degli Studi di Roma “La Sapienza” (italiana). Entre seus objetivos esteve a promoção da mobilidade dentro das regiões e entre elas e, também, das condições de empregabilidade dos graduados, pelo fomento às relações entre as instituições de Ensino Superior e representantes das indústrias.

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Em visita à UFSCar, coordenadora nacional do Idiomas sem Fronteiras discute estratégias para ampliar potencial do Programa na Universidade

A coordenadora nacional do programa Idiomas sem Fronteiras (IsF), do Ministério da Educação (MEC), Denise de Abreu e Lima, esteve na UFSCar na última semana para apresentar indicadores gerais da iniciativa – e, também, dados específicos sobre a participação da Universidade nas ações do IsF – e, a partir deles, discutir estratégias para ampliar as possibilidades de concretização do potencial do Programa na Instituição. Durante a sua visita, Lima – que é docente da UFSCar – conversou, no dia 8 de setembro, com a equipe da Administração Superior da Universidade, acompanhada da Coordenadora Geral do IsF na UFSCar, Carla Alexandra Ferreira, da Coordenadora Pedagógica, Eliane Navarro, e da Secretária de Relações Internacionais, Camila Höfling, todas docentes do Departamento de Letras da Instituição. No dia seguinte, também foi realizado encontro com os coordenadores de programas de pós-graduação, para reflexão sobre o potencial do Programa no processo de internacionalização desses programas.

TOEFL

Um dos eixos de ação do IsF é a aplicação gratuita do exame de proficiência em Língua Inglesa TOEFL ITP, com três objetivos distintos: o diagnóstico inicial do nível de proficiência da comunidade universitária, para planejamento das ações do Programa; o nivelamento dos potenciais alunos para os cursos presenciais oferecidos; e, também, a utilização dos resultados para participação em editais de mobilidade, especialmente aqueles vinculados ao programa Ciência sem Fronteiras.

Em todo o Brasil, já foram aplicadas, desde o início do IsF, cerca de 270 mil provas do TOEFL ITP. Na UFSCar, até o momento, o número de provas corrigidas já passou de seis mil, o que representa cerca de 40% do total de estudantes de graduação da Instituição (que representam o maior público do exame, embora também possam participar os estudantes de pós-graduação e servidores da Universidade). Com isso, a UFSCar está bastante acima da média brasileira (cerca de 15% dos estudantes) e da região Sudeste (cerca de 25%). “Porém, esse indicador, que sem dúvida é muito positivo, também envolve alguns desafios. Um deles é que boa parte das pessoas entendem como principal objetivo do exame apenas a sua utilização em processos de seleção para o Ciência sem Fronteiras. Temos, nos cursos presenciais que são oferecidos pelo Núcleo de Línguas da UFSCar – para os quais a realização do TOEFL como exame de nivelamento é condição obrigatória –, cerca de 60% de vagas ociosas. É preciso uma mudança de cultura. O exame de proficiência é um ponto de partida, é o instrumento para a pessoa avaliar o seu nível de conhecimento de Inglês, seja ele qual for, para que possa continuar sua formação nos cursos presenciais oferecidos, que são de ótima qualidade”, relatou Lima. “Além disso, também é grande o número de pessoas que se inscrevem no exame e não comparecem no momento da realização das provas, o que acarreta desperdício de recursos públicos”, complementou.

Em São Carlos, aplicações do TOEFL ITP acontecerão ao longo dos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro, aos finais de semana. Em outubro, há aplicações previstas nos campi Sorocaba (17/10) e Lagoa do Sino (18/10), e o Campus Araras terá a oportunidade de aplicação do exame no dia 7 de novembro. Podem se inscrever os integrantes da comunidade universitária que ainda não tenham feito o exame ou que tenham participado há pelo menos seis meses. As informações sobre as aplicações podem ser acompanhadas em http://isfaluno.mec.gov.br, onde também são realizadas as inscrições.

Cursos presenciais

Além da realização dos exames de proficiência, um outro eixo do IsF é a oferta de cursos online autoinstrucionais, ou seja, sem a participação de tutores ou professores. No momento, já são oferecidos cursos de Inglês e de Francês nessa modalidade.

No entanto, nas discussões realizadas na última semana, o destaque foi dado aos cursos presenciais de Língua Inglesa oferecidos pelo Núcleo de Línguas (NucLi) da UFSCar. Atualmente, já existem 10 cursos formatados na Universidade, que abarcam conversação e pronúncia; estratégias de leitura; preparação para o exame de proficiência; redação de resumos para artigos científicos; Inglês para propósitos acadêmicos; e discussões temáticas como “Ciência e Tecnologia” e “Globalização e Cultura”. “A UFSCar é uma das únicas universidades participantes que produz os seus próprios materiais didáticos, continuamente aprimorados a partir da experiência e das pesquisas que vêm sendo realizadas. A qualidade desses cursos é reconhecida e, no fim do ano, inclusive, vamos promover a apresentação desses materiais a todos os coordenadores do IsF. A Universidade é, também, uma das cinco instituições que recebeu, em 2014, a doação de um laboratório de idiomas completo do grupo +Unidos, formado por empresas dos Estados Unidos estabelecidas em território brasileiro, o que é mais um reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido aqui”, registra a coordenadora nacional do IsF.

O Núcleo de Línguas da UFSCar conta, atualmente, com oito professores, que podem ser estudantes de graduação e pós-graduação ou profissionais já formados, uma vez que um dos objetivos do Idiomas sem Fronteiras é, também, contribuir com a formação de professores na área e a valorização das licenciaturas em línguas estrangeiras, considerando as particularidades do ensino de idiomas com fins específicos relacionados ao processo de internacionalização. Assim, cada professor atua 20 horas semanais no Programa, sendo 12 horas em sala de aula, três horas em atividades de tutoria e cinco em atividades de formação. Cada professor é responsável por três turmas de até 20 alunos cada, o que faz com que, a cada oferta, a UFSCar mantenha cerca de 24 turmas, com capacidade de atendimento de até 480 alunos. Os cursos oferecidos atualmente têm duração de 16 ou 32 horas, divididas em um ou dois meses, respectivamente. Em breve, será possível também a oferta de cursos de imersão, ou seja, a realização de 16 horas de atividades em um único fim de semana, por exemplo.

Um aspecto importante é que as turmas são formadas por pessoas classificadas no mesmo nível a partir da realização do TOEFL e só podem ser oferecidas quando há um mínimo de 10 alunos inscritos. “Isto têm dificultado, às vezes, a abertura de turmas fora do Campus São Carlos, já que há menos pessoas que realizaram o TOEFL e, consequentemente, mais dificuldade em formar três turmas com 10 estudantes de um mesmo nível em cada uma delas e, assim, poder designar um professor específico para cada um desses campi. Por isso, é muito importante que os docentes incentivem seus alunos a realizarem o exame, para que essas oportunidades possam ser ampliadas. Além disso, há a possibilidade de grupos de pessoas se organizarem, seja porque já sabem que estão no mesmo nível (uma vez que já tenham feito o TOEFL), seja para prestarem o exame, criando assim a oportunidade de abertura da turma”, explica Eliane Navarro. “É importante registrar que, além dos cursos já oferecidos, o nosso NucLi pode vir a ter até 16 professores, considerando o tamanho da comunidade universitária. Ou seja, além do que já é oferecido, se conseguirmos preencher toda a oferta que já é feita, podemos aumentá-la ainda mais e até dobrarmos de tamanho”, complementa.

Sob medida

Um tema bastante tratado durante a visita da coordenadora nacional do Idiomas sem Fronteiras à UFSCar, especialmente na reunião com os coordenadores de pós-graduação, foi a possibilidade de oferta de cursos formatados especialmente para a demanda e as necessidades de um grupo específico de pessoas. “Nós, no Núcleo de Línguas da UFSCar, temos capacidade para montar turmas para grupos específicos e, até mesmo, planejarmos cursos específicos, tendo em vista, por exemplo, uma determinada área do conhecimento ou um gênero específico, como, por exemplo, apresentações orais, dentre outros. Estamos à disposição para conversarmos com os interessados e, com tempo para planejamento, é possível a organização dessas ofertas”, destaca a Coordenadora Pedagógica do Inglês sem Fronteiras. Navarro registra também que é possível oferecer os cursos em espaços diferenciados, como, por exemplo, no espaço de trabalho dos servidores, desde que seja possível montar uma turma com alunos do mesmo nível, conforme os resultados do exame de proficiência.

“Um dos objetivos da reunião com os coordenadores foi justamente iniciarmos um diálogo sobre como a pós-graduação pode aproveitar melhor a amplitude de possibilidades oferecidas pelo Idiomas sem Fronteiras, seja na realização de exames de proficiência, na capacitação de docentes e estudantes e/ou na promoção da internacionalização. Vamos agora continuar essa reflexão no Conselho de Pós-Graduação, para que novas estratégias possam ser formatadas e oferecidas como sugestões aos programas de pós-graduação”, afirmou a Pró-Reitora de Pós-Graduação da UFSCar, Débora Cristina Morato Pinto, durante o encontro.

Já a coordenadora nacional do IsF informou que, em breve, o Programa deverá abarcar outros seis idiomas, além do Inglês e do Francês: Mandarim, Alemão, Japonês, Espanhol, Italiano e Português para estrangeiros. Para cada um deles, as ações também deverão acontecer nos três eixos já previstos: exames de proficiência, cursos online e cursos presenciais. Lima também afirmou que está sendo construído, junto com o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), um banco nacional de itens com questões que poderão ser utilizadas na construção de exames de proficiência pelas próprias universidades.

O endereço do portal nacional do Idiomas sem Fronteiras é http://isf.mec.gov.br/. Já na UFSCar, as informações podem ser obtidas no site local do IsF, pelo Facebook ou pelo e-mail ufscar.isf@gmail.com. A sede do Núcleo de Línguas fica no Campus São Carlos, no edifício AT10, e o contato também pode ser feito pelo telefone (16) 3306-6867.

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SRInter participa do maior evento brasileiro de promoção das relações internacionais na Educação Superior

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Secretária de Relações Internacionais da UFSCar – terceira da esquerda para a direita na primeira fileira – no encontro com universidades russas realizado na Unesp, em São Paulo (Foto: Divulgação)

A Secretária de Relações Internacionais da UFSCar, Camila Höfling, participou da XXVII Conferência Anual do Faubai, associação que congrega gestores da área de relações internacionais das instituições de Ensino Superior brasileiras. O evento, realizado de 25 a 29 de abril em Cuiabá, no Mato Grosso, reuniu nesta edição cerca de 500 participantes, dos quais mais de 300 eram representantes de universidades estrangeiras. A conferência, que é considerada o maior evento brasileiro de promoção das relações internacionais na Educação Superior, teve neste ano o tema “Criando parcerias sustentáveis por meio de uma internacionalização equitativa”.

A programação do evento teve palestras e mesas-redondas, workshops, sessões de apresentação de trabalhos e atividades de matchmaking, que são os momentos em que os representantes das universidades brasileiras e estrangeiras apresentam suas instituições com o objetivo de identificar interesses comuns e possibilidades de colaboração futura. Este fomento a novas parcerias é justamente um dos principais objetivos da Conferência do Faubai, juntamente com a promoção do aprimoramento da gestão de políticas e programas de internacionalização das universidades brasileiras.

“Tivemos apresentações e debates muito importantes, sobre os programas Ciência sem Fronteiras e Idiomas sem Fronteiras, dentre outros temas, como por exemplo o que tem sido chamado de ‘internationalization at home’, processo que foca o processo de internacionalização nas próprias universidades brasileiras, com a oferta de disciplinas em línguas estrangeiras, o fortalecimento de programas de mestrado e doutorado sanduíche, dentre outras ações. Outro ponto muito discutido foi o EMI [English as a Medium of Instruction], tema no qual especialistas em ensino-aprendizagem de Língua Inglesa como língua estrangeira discutiram os entraves e possíveis soluções e encaminhamentos justamente para a questão da oferta de disciplinas e cursos em Inglês nas universidades brasileiras”, conta a Secretária, destacando seu interesse particular de pesquisa sobre esse último assunto, uma vez que é docente da área de Língua Inglesa do Departamento de Letras. “Além dos debates, a oportunidade de estabelecimento de novos contatos ou fortalecimento de vínculos com universidades estrangeiros é ímpar. Esse é um processo ao mesmo tempo imprescindível e lento. A partir desses contatos iniciais, abre-se a possibilidade de firmarmos convênios mais gerais, que chamamos de ‘guarda-chuva’, no âmbito dos quais empreendemos esforços de prospecção das áreas de interesse nas quais podem vir a surgir as colaborações mais específicas”, explica Höfling. Continue reading

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Estudantes de graduação e pós-graduação da UFSCar poderão fazer o exame TOEFL ITP, de proficiência em Inglês, gratuitamente durante o mês de maio

Até o início de junho, o Ministério da Educação (MEC) está realizando um diagnóstico da proficiência em Inglês dos estudantes de graduação e pós-graduação das universidades federais brasileiras, com o objetivo de subsidiar a tomada de decisões relativa a ações de promoção da internacionalização da Educação Superior. Para tanto, os estudantes poderão realizar gratuitamente, nas próprias universidades, o exame TOEFL ITP, utilizado atualmente como indicador da proficiência em Língua Inglesa por mais de 1.500 instituições em todo o mundo, incluindo universidades, agências governamentais e escolas de idiomas, dentre outras. Em uma etapa futura, está prevista também a realização de diagnóstico junto a servidores docentes e técnico-administrativos das universidades.

Na UFSCar, serão realizadas aplicações do exame nos campi São Carlos, Araras e Sorocaba. Para se inscrever, o estudante deve acessar o site do programa Inglês sem Fronteiras e entrar no link “Inscrição Centros Aplicadores”, do lado direito da tela. A partir daí, o candidato terá acesso às datas, horários e vagas disponíveis para os testes em cada campus. No momento, estão abertas as inscrições para exames a serem aplicados neste fim de semana (dias 10 e 11/5) em São Carlos. Nos próximos dias serão disponibilizadas novas datas para Araras e Sorocaba, e também para São Carlos.

Benefícios
Os resultados do diagnóstico sobre a proficiência em Inglês dos estudantes das universidades federais será utilizado para a definição dos recursos a serem investidos a partir de 2015 na estruturação institucional visando facilitar a internacionalização dessas instituições. Além disso, os estudantes que fizerem o teste terão prioridade para matrícula nos cursos presenciais e a distância de Inglês oferecidos no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras. O resultado também poderá ser utilizado pelo estudante em quaisquer situações em que precise comprovar seu nível de conhecimento em Língua Inglesa, incluindo os processos seletivos do programa Ciência sem Fronteiras e outras iniciativas de promoção do intercâmbio internacional entre estudantes de graduação e pós-graduação.

Mais informações sobre o TOEFL ITP podem ser obtidas no site da Mastertest, representante do exame no Brasil. As inscrições e mais informações sobre o programa Inglês sem Fronteiras estão disponíveis em http://isfaluno.mec.gov.br. Informações específicas sobre as atividades do Programa na UFSCar podem ser obtidas no blog do Inglês sem Fronteiras na UFSCar, na página do programa no Facebook ou pelo e-mail ufscar.isf@gmail.com.

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