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Pró-Reitor de Administração participa de reuniões dos Conselhos de Centro do Campus Sorocaba

O Pró-Reitor de Administração da UFSCar, Néocles Alves Pereira, iniciou no mês de maio um calendário de visitas aos Conselhos dos Centros Acadêmicos da Universidade, com o objetivo de compartilhar informações sobre o orçamento da Instituição e aplicação de recursos financeiros, dentre outras. As visitas foram iniciadas no Campus Sorocaba, com a participação do Pró-Reitor em reuniões dos conselhos do Centro de Ciências em Gestão e Tecnologia – CCGT (no dia 20 de maio) e do Centro de Ciências Humanas e Biológicas – CCHB (em 27 de maio). “Pudemos esclarecer alguns tópicos sobre os quais informações equivocadas estavam circulando, especialmente a distribuição de recursos de emenda aprovada pela então deputada Iara Bernardi para o orçamento de 2014, destinada ao Campus Sorocaba. Também apresentamos o processo de distribuição de recursos entre os Centros Acadêmicos e compartilhamos informes sobre a descentralização de processos administrativos, dentre outros temas”, explica o Pró-Reitor. “Infelizmente não pudemos ainda conversar com a comunidade do Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, pois a Direção do CCTS nos informou que a pauta da reunião já estava muito sobrecarregada. No entanto, há a previsão de que possamos participar da reunião agendada para este mês de junho”, esclarece Pereira.

Emenda

Em relação à emenda de Iara Bernardi, o objetivo da apresentação foi compartilhar com todos os interessados o destino dos R$ 1,2 milhão aprovados pela então deputada para aplicação no Campus Sorocaba com o orçamento de 2014. “Como as emendas não têm especificações sobre os projetos aos quais os recursos são destinados, trabalhamos até meados de 2014 com os dados de que dispúnhamos. Inicialmente, as informações que tínhamos eram que R$ 300 mil deveriam ser aplicados na sede do SinTUFSCar no Campus e o restante dos recursos em projetos demandados pelos estudantes, via Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis, envolvendo áreas de convivência e infraestrutura para o parque esportivo”, relata o Pró-Reitor. “No entanto, posteriormente, soubemos que havia a previsão de aplicação desses recursos também em ações voltadas ao início de um projeto de construção de um Museu de História Natural no Campus, coordenado pelo professor André Cordeiro, do Departamento de Biologia. A partir daí, iniciamos um diálogo que, felizmente, nos permitiu equacionar as diferentes demandas”, complementa Pereira.

Assim, para a sede do Sindicato foi mantida a destinação dos R$ 300 mil previstos inicialmente. O restante foi, inicialmente, dividido entre as duas outras demandas. No entanto, as ações relacionadas ao Museu – elaboração de projeto executivo e organização do acervo já existente, visando a possibilidade de captação de recursos adicionais junto a outras fontes – devem demandar valor inferior aos R$ 450 mil originalmente previstos, sendo que o saldo permanecerá, assim, destinado às ações coordenadas pela ProACE. “Além disso, a ProACE já se comprometeu com a concretização de todas as ações acordadas com os estudantes, mesmo que seja necessária a complementação dos recursos”, atesta o Pró-Reitor.

Orçamento

Já em relação à distribuição de recursos de custeio e capital do Tesouro Nacional, o Pró-Reitor compartilhou com os conselheiros a informação de que os índices que definem a parcela destinada a cada Centro são definidos em uma comissão que conta com a participação de todos os Diretores de Centro. Tais índices levam em consideração uma série de variáveis que, juntas, resultam em um indicador denominado “aluno equivalente de graduação”. Além disso, também foi destacado que, para 2015, o reajuste anual que, pelo procedimento então vigente seria de 12,51%, foi ampliado para 30%. “Essa ampliação é coerente com nossa postura de priorizar os investimento nas atividades acadêmicas, em relação à área administrativa. Esse percentual provavelmente terá de ser revisto, frente aos cortes decorrentes das medidas de ajuste fiscal, que ainda não estão definidos precisamente, o que deve acontecer nos próximos dias. No entanto, manteremos essa priorização da área acadêmica. Preliminarmente já estabelecemos, por exemplo, que as unidades administrativas deverão manter seus gastos nos mesmos patamares de 2014, ou seja, sem ampliação, e para tanto já estamos estudando medidas que permitam a redução dos gastos com nossos maiores contratos, como, por exemplo, aqueles relacionados à limpeza dos campi, sem que a qualidade desses serviços seja comprometida”, afirma o Pró-Reitor.

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Ocupação de edifícios acadêmicos do Campus Sorocaba é rearranjada frente a mudanças organizacionais e conclusão de novos prédios

Foi concluído recentemente o trabalho da comissão que, desde fevereiro do ano passado, vem empreendendo um minucioso esforço de levantamento de informações, descrição do espaço físico e construção de propostas para um rearranjo da ocupação dos edifícios do Campus Sorocaba, necessário devido à criação de dois novos Centros Acadêmicos – os centros de Ciências Humanas e Biológicas (CCHB) e de Ciências em Gestão e Tecnologia (CCGT), que vieram se juntar ao Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS) – e, também, à conclusão de três novos edifícios – conhecidos como AT2, PG1 e PG2 –, construídos com recursos conquistados pela Administração Superior da UFSCar junto ao Ministério da Educação, em um valor total de mais de R$ 20 milhões.

O trabalho da comissão – coordenada pelo Pró-Reitor de Gestão de Pessoas da UFSCar, Mauro Rocha Côrtes – foi iniciado com o levantamento e caracterização dos prédios já ocupados por atividades acadêmicas no Campus, conhecidos como Gestão Acadêmica, AT-LAB, LAB (Laboratórios) e AT1. Também foi realizado, paralelamente, levantamento dos laboratórios didáticos existentes, bem como das necessidades dos diferentes Centros e seus departamentos em relação a esses laboratórios, considerando: os projetos pedagógicos dos cursos de graduação; os relatórios das comissões que, no processo de reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos, fazem a avaliação in loco da infraestrutura disponível para esses cursos; o levantamento dos laboratórios didáticos já existentes; e a identificação dos cursos que utilizam tais laboratórios. Outra etapa do trabalho foi a identificação dos espaços existentes nos novos edifícios e comparação desses espaços com as demandas e necessidades de cada Centro.

A partir desse processo de coleta de informações e da realização de diversas reuniões com todos os envolvidos, foram definidas, sempre por consenso, algumas diretrizes, como, por exemplo, a de agrupar espacialmente as atividades vinculadas a um mesmo Centro; prever, para os gabinetes de professores, uma área de cerca de 12 m2 por docente; e destinar alguns espaços extras para que os Centros possam lidar com suas peculiaridades, bem como com novas situações, dentre outras definições orientadoras do processo de redistribuição da ocupação do espaço físico que se seguiu. Uma outra definição foi a de que todas as atividades estritamente administrativas seriam alocadas no edifício de Gestão Administrativa, cuja ocupação final ainda está em discussão, em processo semelhante ao que foi realizado para os espaços de uso acadêmico.

Com a conclusão do processo relacionado aos edifícios acadêmicos, puderam ser equacionadas todas as demandas ainda pendentes relacionadas às atividades de graduação e pós-graduação. Espaços destinados às atividades de pesquisa também foram tratados e algumas questões puderam ser resolvidas; no entanto, neste caso, o equacionamento definitivo ainda depende da conclusão do edifício que está sendo construído com recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), a partir dos editais do CTInfra (Fundo de Infraestrutura). “Este não foi um processo fácil, como em geral não são as negociações relacionadas a espaço físico. No entanto, foi um trabalho de extrema relevância, realizado de forma a deixar todas as decisões tomadas completamente transparentes. Agradeço todos os colegas que participaram da liderança desse esforço, pois de fato uma grande dedicação e disponibilidade foram necessárias”, avalia o Pró-Reitor de Gestão de Pessoas.

O relatório da comissão está sendo finalizado, com a anexação das plantas de todos os espaços em questão, e deve ser apresentado ao Conselho de Administração (CoAd) da UFSCar em sua próxima reunião, agendada para o mês de junho. No entanto, no âmbito do próprio Campus, a reorganização espacial já foi aprovada pelos conselhos dos três Centros Acadêmicos envolvidos. Continue reading

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