Tag Archives: Andifes

Orçamento da UFSCar é tema central de reunião entre a Reitora e o MEC

Nos dias 5 e 6 de fevereiro, a Reitora, Profª. Drª.Wanda Hoffmann e o Pró Reitor de Administração, Prof. Dr. Márcio Merino, foram a Brasília para participar de diversas reuniões a respeito do envio de recursos orçamentários para a UFSCar.

Reitora Profa. Dra. Wanda Hoffmann e Pró-Reitor de Administração, Prof. Dr. Márcio Merino

Durante as reuniões no MEC (Ministério da Educação), a Reitora e o Pró-Reitor solicitaram suplementação de recursos para o PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil), programa responsável pela concessão de bolsas e subsídios a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Também foi discutida a necessidade de ampliação do efetivo de docentes e técnico-administrativos na UFSCar. Por fim, levou-se ao conhecimento do Ministério os encaminhamentos junto à Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), responsável pela gestão de hospitais universitários federais.

Reitora da UFSCar e Presidente da Capes, Prof. Dr. Anderson Ribeiro Correia

A Professora Wanda e o Professor Márcio também participaram de reunião da ANDIFES (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) para acompanhamento dos resultados de suas comissões. Por fim, participaram de reunião com o Presidente da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) junto aos demais dirigentes de instituições federais de ensino superior.

Leave a Comment

Filed under Eventos, Permanência

Hoffmann participa de seminário sobre o SiSU na Andifes

O SiSU é uma das principais portas de entrada para o Ensino Superior no Brasil. Foto: Andifes.

A Reitora Wanda Hoffmann participou no último dia 19 de junho, na Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília, de um seminário sobre o Sistema de Seleção Unificada (SiSU). Criado em 2009, o SiSU é o sistema informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do qual instituições públicas de Educação Superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Hoje, o SiSU é uma das principais portas de entrada para o Ensino Superior no Brasil. Em 2017, na edição de janeiro, foram 238 mil vagas – 4,5% a mais de vagas que em 2016, oferecidas por 131 instituições, e disputadas por mais de dois milhões e meio de candidatos. Em janeiro de 2018, foram 239.601 vagas na primeira edição do SiSU. De acordo com o site do SiSU, neste semestre, 57.271 vagas estão em disputa por estudantes que fizeram a edição 2017 do Enem e não tiveram nota zero na prova de redação.
A Andifes convidou para o seminário especialistas, como o professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jesualdo Farias; o Diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Carlos Eduardo Moreno Sampaio; o membro do Colégio de Pró-Reitores de Graduação das Instituições Federais de Ensino Superior (CoGrad), Cassiano Caon Amorim; a Reitora da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Cleuza Maria Sobral Dias; a Reitora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Maria José Sena; o Diretor de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Difes), Mauro Luiz Rabelo; e o Coordenador do CoGrad, João Alfredo Braida.
Do seminário foram tiradas propostas que devem possibilitar o avanço da qualificação do SiSU e assim também ampliar a democratização do acesso à Educação Superior nas universidades públicas brasileiras.

Texto: Stela Martins (AECR/UFSCar)

Leave a Comment

Filed under Graduação

Conselho Pleno da Andifes manifesta preocupação com falta de investimentos para assistência estudantil

115ª reunião do Conselho Pleno da Andifes foi realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais. Fotos Ascom Andifes

Durante a 115ª reunião do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG), os reitores manifestaram grande preocupação com a falta de recursos para a manutenção da assistência estudantil nas universidades, sobretudo, com o que diz respeito aos restaurantes universitários (RUs).

O presidente da Andifes, reitor Emmanuel Tourinho (UFPA), explicou que a associação tem, reiteradamente, levado ao Ministério da Educação (MEC) a questão do congelamento de recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). “Toda vez que vamos ao MEC apresentamos as questões da assistência estudantil. Não há dúvida de que exista a necessidade de recursos adicionais para que as políticas assistenciais e de inclusão tenham continuidade nas universidades. O que mais insistimos no ano passado foi a questão do PNAES. A ampliação do recurso do PNAES sempre era retirada da pauta”.
Vários reitores se manifestaram a respeito do tema.

 

A reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Wanda Hoffmann, afirma que o momento é de muitos desafios. “Na UFSCar, estamos sem reajuste no valor da refeição do RU há cerca de 15 anos, com filas enormes de estudantes. Nós já fizemos economia com a dispensa de terceirizados. Estamos buscando soluções criativas e trabalhando pesadamente para encontrar soluções. Não é possível continuar com o Pnaes da forma como está. A lei diz que temos que fornecer alimentação, mas não tem recurso para isso.”

 

 

 

O reitor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Marco Antonio Hansen, afirmou estar muito preocupado com a sustentabilidade dos restaurantes universitários. “Trago uma grande preocupação sobre a falta de recursos do Pnaes. Me falta um recurso no valor de R$ 3,2 milhões para conseguir complementar o ano de 2018 no que diz respeito à alimentação subsidiada aos estudantes. Para conseguir manter a assistência estudantil, nós já abrimos mão de outros serviços, como redução dos funcionários da limpeza, fazendo com que os funcionários que restam estejam sobrecarregados”.

 

 

Para a reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Soraya Smaili, a situação da assistência estudantil é dramática. “Estamos enfrentando situações bastante críticas, porque houve aumento na demanda nos restaurantes universitários, assim como dos auxílios-permanência. Os recursos estão congelados há três anos, sem reajuste e com o aumento da demanda. Não é necessário se aprofundar no assunto para saber que vamos entrar num colapso em breve se não houver revisão urgente da matriz do Pnaes”.

 

 

 

 

De acordo com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Anísio Brasileiro, no período entre 10h30 e 14h, formam-se enormes filas de estudantes à espera das refeições. “Eu me sinto constrangido por ver a situação de estudantes que não têm outra opção de alimentação, e sabendo que não há o que eu possa fazer sem mais investimentos”, desabafou.

 

 

 

 

 

O reitor Valder Steffen, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), afirma que o aumento da procura pelas refeições no restaurante universitário é visível. “Nós dobramos o espaço para filas para melhorar a fluência no restaurante. O que aconteceu foi que as filas também aumentaram. Há uma porcentagem muito grande de alunos que são mais carentes e precisam dessa assistência.”.

 

 

 

 

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de acordo com o reitor Rui Opperman, a situação não é diferente das demais. “A Controladoria-Geral da União nos instou a reavaliarmos os custos do nosso RU e cobrar do aluno não carente o valor referente ao custo da refeição, que hoje é em torno de 9 reais. Estamos avaliando com o movimento estudantil a revisão dos valores cobrados. O critério principal sempre dever ser a renda. Então, fizemos um censo recentemente, e o fato é que quase 60% do corpo discente da minha universidade é de alunos com renda per capita de um salário e meio até quatro salários mínimos. Como podemos cobrar R$ 9 reais por refeição dos estudantes se eles não possuem condições de arcar com isso?”.

 

 

A reitora Nair Portela, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), sempre que há tentativa de diálogo sobre o reajuste dos preços cobrados pelas refeições há “convulsão” entre os estudantes. “Estamos numa situação muito delicada porque o Pnaes não cobre mais essa despesa. Do jeito que está, não há condição de manter essa assistência.”

 

 

 

 

O secretário-executivo da Andifes, Gustavo Balduino, reiterou que a associação se mantém empenhada na busca por mais recursos para a assistência estudantil. “O diálogo com o MEC sobre essa temática é constante. Vamos continuar buscando a interlocução para encontrarmos uma solução viável para os recursos referentes ao Pnaes. Esse tema sempre foi prioridade da Andifes”, afirmou.

Leave a Comment

Filed under Assuntos Comunitários e Estudantis, Gestão

Reitora participa da CLXIX Reunião do Conselho Pleno  Andifes

A Reitora Wanda Hoffmann acompanha o debate na Câmara dos Deputados sobre o orçamento para 2018.

Na terça-feira (21), a CLXIX Reunião do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), começou com um encontro com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro.
A Reitora Wanda Hoffmann estava entre os reitores quando foi apresentado um panorama da situação financeira das Universidades Federais, à partir de 2014 após a aprovação da Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos nas áreas prioritárias, como a educação, por 20 anos.
O presidente da Andifes, reitor Emmanuel Zagury Tourinho (UFPA), ressaltou que não falta eficiência na gestão nas universidades, mas, sim, falta de cumprimento do pacto orçamentário previsto. “Nós temos algumas centenas de obras paralisadas em todas as universidades, o processo de expansão não está concluído. O ministério da Educação fez um levantamento do passivo desse elenco de obras e totaliza algo próximo de R$ 3 bilhões de reais. Nos últimos dois anos, o MEC cortou do orçamento de investimento das universidades R$4 bilhões. Todas essas obras estariam concluídas, se não tivesse havido uma mudança naquilo que estava planejado, estava pactuado e definido. Quando os valores pactuados eram repassados e atualizados, as universidades concluíram as obras que garantiram parte importante desse processo de expansão.”
Houve também uma reunião na Câmara dos Deputados, para debater sobre novos cortes para o ensino superior e para a área de ciência e tecnologia, previstos na proposta orçamentária para 2018, encaminhada pelo governo ao Congresso e a Reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) participou da discussão. Além da Andifes, estavam presentes representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Academia Brasileira de Ciências (ABC), Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (PROIFES), Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES), Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (FASUBRA), União Nacional dos Estudante (UNE), DCEs, Associações de Pós-graduados (APG), Deputados Federais, Senadores e Ministros de Estado.
“A presença de tantas entidades representativas e as 3 horas de debate demonstram a magnitude da preocupação de todos com as perspectivas para o próximo ano.”, disse Hoffmann.
HU
Também durante a CLXIX Reunião do Conselho Pleno da Andifes, a Reitora Wanda Hoffmann pode conversar com membros da diretoria da  Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) sobre o Hospital Universitário e as ampliações que são implementadas no HU de São Carlos.

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Nota da Reitoria: Esclarecimentos sobre situação financeira da Universidade

Como é de conhecimento de toda a comunidade, todo o sistema de Ensino Superior do Brasil passa por sérias restrições orçamentárias. Nossa universidade não é exceção: em 2017, a dotação inicial de custeio e investimento para a UFSCar é, aproximadamente, 13% inferior à de 2016. Além disso, este orçamento está sendo submetido a contingenciamentos de recurso, na ordem de 15% em custeio e 40% em investimento, em cenário de despesas crescentes.
Em resposta a esses desafios, diversas mudanças na forma de contratação e oferecimento de serviços estão sendo trabalhadas, buscando compensar a redução de recursos com práticas mais eficientes e atuais. Isto exige o comprometimento e compreensão de todos.
Esclarecemos também que algumas mudanças em discussão visam adequações às restrições orçamentárias e de legislação como, por exemplo, a Portaria nº 28, de 16/2/2017, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que impõe limites aos valores empenhados para uma série de itens e naturezas de despesas, com impactos em praticamente todas as atividades da UFSCar. Além desses limites, a Portaria proíbe a assinatura de novos contratos para a locação de imóveis e veículos. Em conjunto com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), nossa equipe de gestão tem feito esforços contínuos junto ao Ministério da Educação (MEC) no sentido de flexibilizar tais limitações, pois algumas delas podem até mesmo inviabilizar a continuidade das atividades da Instituição no segundo semestre.
Ademais, reafirmamos nosso compromisso com as conquistas e demandas sociais na UFSCar, em particular com o pagamento de bolsas de permanência, moradia estudantil e pleno funcionamento dos restaurantes universitários.

Wanda Hoffmann
Reitora da UFSCar
29-06-2017

Leave a Comment

Filed under Notas da Reitoria