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UFSCar recebe diretoria da Fapesp para reunião sobre linhas de financiamento de pesquisa e inovação

ReunIão reuniu a Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, e demais dirigentes da UFSCar e do HU-UFSCar (Foto: Marilia Lopes Leite Corbini)

A Reitora da UFSCar, Ana Beatriz de Oliveira, e demais dirigentes de diversos setores da Universidade e do Hospital Universitário da UFSCar (HU-UFSCar/Ebserh/MEC) participaram de reunião com o Diretor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Luiz Eugenio Mello, que teve como tema os dados e as oportunidades de linhas de financiamento disponíveis na fundação e a Política de Propriedade Intelectual (PI).

“Esse encontro foi muito importante para aproximar ainda mais a Universidade da Fundação e identificarmos as possibilidades para projetos de pesquisa e também fomentar a inovação. Além disso, foi um momento de mostrarmos o compromisso da UFSCar com a pesquisa e a inovação, a partir do projeto da Unidade de Pesquisa do HU-UFSCar”, comentou a Reitora.

Ao apresentar os dados de bolsas e auxílios entre 2017 e 2021, Mello explicou que nos últimos anos foi identificada uma diminuição no número de submissões e contratações e que entende que isso pode mudar, com a retomada das atividades presenciais nas Universidades.

Durante a reunião, também foi apresentado o projeto da Unidade de Pesquisa Clínica do HU-UFSCar, que tem obra prevista para iniciar este ano e que propõe a realização de pesquisa clínica para avaliação de tecnologias em saúde para o SUS, além de um grande potencial para atuação em Rede: “O HU-UFSCar faz parte de uma rede de 41 Hospitais Universitários vinculados à EBSERH, espalhados por todo o País. Isso nos possibilita ser polo para admissão de projetos de avaliação em saúde e, ao mesmo tempo, trabalhar enquanto rede, de forma padronizada e em grande escala, com grande número de sujeitos de pesquisa”, explica Fábio Neves, superintendente do HU.

O Pró-Reitor de Pesquisa (ProPq), Pedro Fadini, que participou do encontro juntamente com a Pró-Reitora Adjunta da ProPq, Diana Junkes, destacou que Mello reforçou os incentivos específicos relativos à inovação, em especial, os relacionados ao Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

Fadini acrescenta ainda que a visita de Mello resulta tanto de um esforço da agência de aproximar-se das universidades públicas paulistas, para conhecer suas realidades e debater temas de interesse de cada instituição, quanto das ações específicas voltadas ao diálogo com a agência empreendidas pela ProPq.

É nessa perspectiva de promover o diálogo que a ProPq, em parceria com o Instituto da Cultura Científica (ICC), a Agência de Inovação (AIn) e o Escritório de Apoio Institucional à Pesquisa (EAIP), tem organizado uma série de eventos e outras ações para apoio a pesquisadoras e pesquisadores da UFSCar no momento de submissão de propostas a agências de fomento. A ação foi iniciada para a chamada Auxílio à Pesquisa Projeto Inicial (PI) e para a chamada LinCAr – Abordagens inovadoras na pesquisa em Linguagem, Comunicações e/ou Artes, ambos da Fapesp, a partir de lives no programa Na Pauta, que vai ao ar às terças-feiras, a partir das 14h15, nos canais UFSCar Oficial no Facebook e YouTube.

Esse diálogo com a comunidade universitária sobre as linhas de financiamento disponíveis e editais é importante e pode impactar no aumento da presença da UFSCar neste segmento. Prova disso é o resultado do edital do PI em que a UFSCar foi a segunda universidade com mais projetos submetidos, 62 no total, dentre os 473 propostos.

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Estratégia de testagem de Covid-19 na UFSCar visa à detecção precoce de casos e ao controle interno do vírus

Testes já foram realizados com equipes da UAC, USE e bibliotecas

Com o avanço da retomada das atividades presenciais nos campi, as medidas de biossegurança para bloquear a transmissão da Covid-19 e permitir o controle interno da pandemia, preservando a saúde da comunidade universitária, são essenciais e só serão eficazes de fato se todas as pessoas estiverem comprometidas com o cuidado individual e coletivo.

Dentre elas, está a estratégia de testagem para a Covid-19 implementada pelo Grupo Técnico de Vigilância Epidemiológica (GTVE) do Núcleo Executivo de Vigilância em Saúde (NEVS) que, neste momento, está em fase piloto com a realização de testes em pessoas assintomáticas (sem sintomas de síndrome gripal) que já estão em atividade presencial nos campi, com destaque para as unidades consideradas de maior risco de transmissão e onde há maior circulação de pessoas, como a Unidade de Atendimento à Criança (UAC), a Unidade Saúde Escola (USE), o Restaurante Universitário (RU), as Bibliotecas, o Departamento de Atenção à Saúde (DeAS) e o Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis (DeACE), entre outros.

“No momento atual da pandemia, de diminuição de novos casos, a testagem é uma importante ferramenta no controle do vírus, pois colabora para a detecção precoce de casos de pessoas assintomáticas, possibilitando a ação imediata na contenção da transmissão nos campi, com o isolamento e monitoramento dos casos positivos e rastreamento dos contatos desses casos”, explicou a professora Rosely de Figueiredo, docente do Departamento de Enfermagem e integrante do NEVS.

A UFSCar já adquiriu 10 mil testes, que serão disponibilizados em etapas. A partir desta experiência e da demanda, novos testes podem ser solicitados.

O teste aplicado com a comunidade é o teste rápido de antígeno, que é capaz de detectar em menos de 15 minutos proteínas produzidas na fase de replicação viral. Ou seja, o exame determina se há presença do vírus na amostra, que é colhida por meio de swab nasal ou nasofaringe. No caso de resultado positivo, o servidor é afastado, a Vigilância Epidemiológica da UFSCar é notificada e são levantados todos os contactantes para testá-los também. “Essa política de contenção para tentar barrar um possível surto é um serviço de extrema importância”, ressalta José Nelson Martins Diniz, farmacêutico bioquímico e também integrante do NEVS.

Os testes começaram com a equipe da UAC que voltou a receber crianças que estão completando 5 e 4 anos, de forma escalonada. “Começamos pela UAC, onde todos os servidores foram testados, por causa das crianças de 4 anos que ainda não foram vacinadas e estão mais vulneráveis”, lembra Diniz.

Docentes e técnico-administrativos que atuam na Unidade Saúde Escola (USE), que presta atendimento a grupos vulneráveis de idosos e outros pacientes com fatores de risco, também passaram por testes. “Em ambos os locais, há um trânsito muito grande de professores e estudantes nesse momento”, destaca a professora Rosely de Figueiredo. A testagem já está agendada para a Unidade de Simulação de Saúde da Prática Profissional, utilizada por alunos para exercitarem habilidades e competências que serão aplicadas no atendimento aos pacientes, e também será realizada na equipe do Almoxarifado do Campus São Carlos.

Com o retorno de outras unidades, a intenção é aumentar a amplitude da análise. “É uma logística complexa. Dentro da nossa capacidade, queremos testar o maior número possível em todos os campi”, afirma a docente.

Para além deste panorama epidemiológico relacionado aos servidores que estão em atividade presencial, a UFSCar também presta apoio a pessoas da comunidade acadêmica com sintomas de Covid-19 ou que tenham tido contato com positivados. Nesse caso, uma equipe de Vigilância realiza um monitoramento da evolução do paciente, promove orientações para o tratamento e esclarece dúvidas.

Esse acompanhamento diferenciado e individualizado é iniciado a partir da notificação de sintomas de síndrome gripal pelo aplicativo Guardiões da Saúde, disponível gratuitamente para download, e pelo e-mail vigilanciaepidemiologica@ufscar.br que permite uma maneira instantânea de comunicação com os profissionais. “É muito importante notificar pelo aplicativo e pelo e-mail da vigilância diante de qualquer sintoma ou de contato com uma pessoa que tem um teste positivo. Quanto mais precoce foram direcionadas as medidas, menor o número de pessoas que podem se expor à situação de risco”, recorda Figueiredo.

Apesar da queda do número de casos e mortes há algumas semanas, a docente lembra que a pandemia ainda não acabou: “Devemos continuar seguindo os cuidados de biossegurança, usar máscara, higienizar as mãos com frequência, manter o distanciamento sempre que possível e a vacinação atualizada, com três ou quatro doses”. Mais informações estão disponíveis na 50ª edição do “Na Pauta”, no Canal UFSCar Oficial no Youtube.

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Atendimento qualificado e acolhimento são destaque na atuação da equipe de vigilância nos casos relacionados à Covid-19

Equipe realiza acompanhamento diário com as pessoas com Covid-19 (FreePik)

Para vencer a Covid-19, a UFSCar, dentre diversas estratégias, conta com uma vigilância epidemiológica ativa e participativa que utiliza como uma de suas ferramentas o aplicativo Guardiões da Saúde e o contato via e-mail, para que a comunidade universitária notifique em caso de sintoma de síndrome gripal, teste positivo para a Covi-19 ou contato com pessoas positivadas.

A partir dessa notificação, a equipe da vigilância epidemiológica, composta em sua maioria por profissionais do Departamento de Atenção à Saúde (DeAS) e do Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis (DeACE) que têm recebido capacitações constantes desde o início da pandemia, inicia um trabalho minucioso de acompanhamento individual da saúde física e mental da pessoa, com base em um fluxo de atendimento bastante estruturado. Somente em 2022, foram mais de 500 atendimentos realizados. Em momento de pico da pandemia, como no início do ano, cada pessoa da equipe chegou a monitorar cerca de dez pacientes diariamente.

Carla Roberta Sola de Paula Vieira, enfermeira do DeAS e integrante da equipe de vigilância, explica que, a partir do momento que a pessoa notifica pelo aplicativo que está com sintoma ou envia por e-mail, em caso de teste positivo ou contato com pessoa com Covid-19, a equipe recebe o chamado e realiza o cadastramento no sistema.

“Temos um sistema que consiste no monitoramento diário e que nos permite identificar as necessidade de saúde da pessoa para definirmos a melhor estratégia de atendimento, como quantas vezes precisamos fazer contato, e nos colocamos à disposição para que nos procurem em caso de mudança no estado de saúde, dúvidas ou apenas para um acolhimento mesmo, uma vez que saber que está com Covid-19 pode deixar a pessoa bastante aflita”, comenta.

A partir do contato diário com a pessoa, por mensagem de WhatsApp, e-mail, chamada telefônica ou de vídeo, a equipe avalia os sintomas e o desenvolvimento da patologia, orientando, quando necessário, a procurar o atendimento médico. “Com esse protocolo, conseguimos oferecer o melhor encaminhamento caso a caso, direcionando para o atendimento médico presencial somente as pessoas que realmente precisam, evitando assim a corrente de transmissão do vírus”, acrescenta a enfermeira.

Para que seja atingido o objetivo final da estratégia da vigilância epidemiológica da Universidade no enfrentamento da Covid-19, que é o controle interno da pandemia e o bloqueio da transmissão do vírus, é fundamental que a comunidade se responsabilize também por esse enfrentamento. “A comunidade contribui com a estratégia seguindo as orientações de biossegurança e notificando os casos positivos ou suspeitos pelo aplicativo ou pelo e-mail, assim que eles são identificados. A partir do momento que cada um segue a recomendação indicada, avançamos no controle da pandemia e, principalmente, podemos cuidar da saúde das pessoas em um momento tão delicado”, ressalta.

As pessoas da comunidade que já enfrentaram a Covid-19 sabem o quanto a estratégia e a responsabilidade compartilhada é importante e faz a diferença para superar a doença e o período de isolamento.

Gisele Bicaletto, jornalista da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) da UFSCar, conta como foi a experiência. “Assim que eu informei meu estado de saúde, recebi o primeiro contato da enfermeira Carla. Sinceramente, eu achava que seria um contato simples apenas para confirmar o diagnóstico e meu estado de saúde. No entanto, foi muito mais do que isso. Foi um trabalho muito próximo. Foram realizados, em média, dois ou três contatos diários para saber como eu e minha família estávamos. Eu precisei de atendimento médico e ela ficou comigo, pelo Whatsapp, praticamente todo o tempo, mesmo quando já era bem tarde da noite”, contou.

A jornalista definiu a orientação que recebeu sobre como proceder no período de isolamento com toda a família como diferenciada. “Ficar em isolamento não é fácil e, por segurança, foi recomendado também o isolamento, ao máximo, das crianças. A Carla me orientou sobretudo nessa logística, o que podia e não podia fazer. Cuidou com muita atenção de cada sintoma, de cada dúvida, sempre com respeito e acolhida mesmo. Foi mais que um suporte técnico, de cuidado, de assistência, teve um suporte emocional, de escuta e de apoio que foram fundamentais para nos manter tranquilos, amparados e fortes para passarmos pelo isolamento”, relatou a servidora técnico-administrativa.

O estudante de licenciatura em física Wesley Flávio Gueta conta como foi fundamental o suporte da equipe desde o primeiro contato após a notificação pelo aplicativo Guardiões da Saúde até o último dia do isolamento após a internação hospitalar.

“Eu estava muito preocupado em transmitir a Covid-19 para as pessoas que moram comigo, por isso, a gentileza e generosidade presente na comunicação da Marta foi fundamental para que conseguisse ficar calmo durante esse momento inicial. Por isso, o rastreamento e atendimento que eles realizaram com todos que entraram em contato comigo, nos dias anteriores ao resultado positivo, foi fundamental para que conseguisse ficar menos preocupado e focar em minha recuperação”, explicou.

A partir do acompanhamento diário, a equipe identificou o agravamento dos sintomas do estudante, orientando-o a procurar o atendimento médico presencial. “Minha oxigenação caiu e, como estava no período da doença em que pode haver o agravamento do caso, já recebi a orientação de procurar o atendimento, o que resultou na minha internação por quatro dias, para acompanhamento”, contou o estudante.

“Avalio de maneira muito positiva a atuação da equipe de vigilância e as ferramentas para a notificação, principalmente por existir um rastreamento e monitoramento das pessoas que entraram em contato comigo, o que é fundamental para diminuir o espalhamento. A partir da minha experiência, entendo que a vigilância ativa é fundamental para a realização das atividades presenciais”, acrescentou.

Como proceder em caso de sintoma de síndrome gripal ou contato com pessoas positivadas para a Covid-19
Pessoas com sintomas de síndrome gripal: Notificar o estado de saúde e os sintomas pelo aplicativo Guardiões da Saúde (GdS), disponível para download na loja de aplicativos do celular para Android e IOS, e pelo e-mail vigilanciaepidemiologica@ufscar.br, para que a equipe da vigilância epidemiológica faça o contato para orientar com relação à testagem e ao atendimento médico, se necessário.
Pessoas assintomáticas, mas que tiveram contato com pessoas que testaram positivo para a Covid-19: Informar a situação para a equipe da vigilância pelo e-mail vigilanciaepidemiologica@ufscar.br, para receber orientações quanto aos procedimentos necessários.

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CoG avalia proposta do GT Planejamento de revisão na recomendação do distanciamento físico para retomada de atividades presenciais

Reunião Extraordinária do Conselho de Graduação

Em reunião extraordinária realizada nesta terça-feira (15/3), o Conselho de Graduação (CoG) avaliou a proposta do Grupo de Trabalho (GT) Planejamento de solicitar revisão do Plano de Retomada das Atividades Presenciais na UFSCar, no que diz respeito à obrigatoriedade de distanciamento físico. A solicitação já foi avaliada pelo Comitê Gestor da Pandemia (CGP) que, diante das implicações dessa revisão, levará o tema para debate e apreciação em reunião extraordinária do Conselho Universitário (ConsUni) nesta sexta-feira (18/3). A pauta está disponível na página da Secretaria dos Órgãos Colegiados (SOC).

Na reunião do CoG, o Pró-Reitor de Graduação, Daniel Rodrigo Leiva, apresentou como tem sido o trabalho do GT Planejamento, que está atuando em cinco frentes no que diz respeito ao retorno presencial das aulas de graduação, em 30 de maio, a partir de determinação legal (Lei nº 14.218). O trabalho busca traçar estratégias para: equacionar o represamento das atividades curriculares; problemática de desperiodização dos perfis nos cursos; enfrentamento da evasão; continuidade do acompanhamento dos estágios nas concedentes; e avaliação do Ensino Não Presencial Emergencial (ENPE), em parceria com a Comissão Própria de Avaliação (CPA).

Com base na Lei nº 14.218 – que não permite a utilização do ensino não presencial, tampouco a redução do número mínimo de dias letivos por período –, o GT Planejamento concluiu que, considerando as limitações de espaços físicos, o cumprimento obrigatório de distanciamento físico para as atividades de graduação é incompatível com a retomada imposta pela legislação, de retorno pleno à presencialidade.

Foi a partir desta conclusão que o GT Planejamento encaminhou a solicitação de revisão do Plano de Retomada ao CGP. A decisão do Comitê de levar o tema ao ConsUni considera que a revisão do distanciamento exige discussões que extrapolam o escopo do CGP e do Núcleo Executivo de Vigilância em Saúde (NEVS) e mudanças substanciais nos fundamentos e na realização das atividades dos NEVS e da Comissão de Retorno dos Espaços Físicos.

Em suas falas, os integrantes do GT e o Pró-Reitor de Graduação destacaram que a proposta levada ao CGP e que será apreciada pelo ConsUni é voltada apenas ao ponto do distanciamento. Portanto, não afeta as demais medidas de biossegurança já aprovadas e implementadas pela Universidade, como a obrigatoriedade do uso de máscara e de apresentação do comprovante vacinal, higienização frequente das mãos e utilização do aplicativo Guardiões da Saúde para o rastreamento e acompanhamento de casos suspeitos e positivos de Covid-19.

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Hospital Universitário lança edital inédito para Iniciação Científica

Edital vai distribuir 10 bolsas para os estudantes da UFSCar (Foto: Freepik)

O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar) está com um edital inédito aberto para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), voltado a estudantes de graduação da UFSCar cujos projetos sejam desenvolvidos no HU-UFSCar. Esse é o primeiro programa de concessão de bolsas de iniciação científica da instituição, fruto de uma parceria entre a Ebserh e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que vai distribuir 10 bolsas para os estudantes da UFSCar, no valor de R$400,00 por doze meses.

Renata P. Basso Vanelli, chefe do setor de Gestão de Pesquisa e Inovação Tecnológica em Saúde do HU-UFSCar, destacou o ineditismo da parceria entre a EBSERH e o CNPQ na concessão dessas bolsas de Iniciação Científica, o que valoriza a pesquisa científica dentro do HU-UFSCar.

“O setor de pesquisa de um hospital precisa ser valorizado e este edital faz isso. Outro ponto de destaque é a possibilidade do orientador ser um colaborador, permitindo a ele se envolver ainda mais com os projetos e pesquisas do HU-UFSCar, além de contribuir diretamente com sua formação profissional. Com mais pesquisas acontecendo, a importância delas fica evidenciada, traz um olhar diferente para os estudantes e colaboradores sobre a prática clínica e como ela está baseada na evidência científica. Estamos muito contentes com este edital e sabemos que trabalhos diferenciados serão colocados em prática”, disse.

As inscrições para o edital se estendem até 1º de abril e, para participar, os orientadores precisam submeter a documentação e a proposta do projeto no sistema Rede Pesquisa, para que seja avaliado por um comitê interno. Os projetos devem estar vinculados às seguintes grandes áreas de conhecimento: Ciência da Computação, Genética Humana e Médica, Farmacologia, Fisiologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia, Engenharia Biomédica, Ciências da Saúde, Administração Pública, Serviço Social da Saúde, Psicologia e Educação.

A inscrição será feita com o envio da proposta para o e-mail: geppesq.hufscar@ebserh.gov.br até às 23:59 de 1º de abril. O edital, com todas as informações sobre os critérios de inscrição e seleção, está disponível neste link. O resultado final será divulgado no dia 20 de abril.

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