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Conselho Universitário (ConsUni) realiza 252ª Reunião Ordinária nesta sexta

O Conselho Universitário (ConsUni) realiza nesta sexta-feira (27/8) às 9 horas sua 252ª Reunião Ordinária. Na pauta, está a apresentação da proposta de criação do Instituto da Cultura Científica (ICC) e a apreciação do Plano de Gestão de Riscos da UFSCar relativo ao período 2021-2022.
Serão apresentadas ainda a revisão do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o andamento das atividades do Programa Mais Médicos no âmbito da UFSCar, entre outros temas. Confira aqui a pauta na íntegra da 252ª Reunião Ordinária do ConsUni, que será transmitida ao vivo pelo canal UFSCar Oficial no YouTube.

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Encontro virtual nesta sexta (12) tratará do plano Vencendo a Covid-19

Logo Vencendo a Covid-19

Live sobre o plano irá explicar suas atribuições e diretrizes de atuação (Edgar Fabrício – CCS/UFSCar)

O Vencendo a Covid-19, plano da UFSCar para enfrentamento da pandemia aprovado pelo Conselho Universitário em 3/2, já está em andamento e, para explicar suas atribuições, diretrizes de atuação e o que já foi feito até o momento pelo Comitê Gestor da Pandemia (CGP), a Vice-Reitora e Presidente do Comitê, Maria de Jesus Dutra dos Reis, e o Coordenador Técnico do Comitê, Bernardino Geraldo Alves Souto, docente do Departamento de Medicina (DMed), participam de live nesta sexta-feira (12/2) às 14h30, nos canais Reitoria UFSCar no Facebook e no YouTube.

Toda a comunidade universitária é esperada neste encontro virtual. Dúvidas e sugestões de temas a serem abordados podem ser enviadas ao e-mail analicegarcia@ufscar.br, até as 8 horas de sexta-feira.

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Olimpíada de Satélites MCTI tem 114 equipes inscritas de todo País

Inscritos têm até quinta (22), às 23h59, para enviar projetos. Organização é feita em parceria à UFSCar.

Previsão do tempo, jogos, entrega de comida e monitoramento de vulcões: Estas são algumas das utilidades dos satélites em nosso dia a dia. Para isso, os dados partem do espaço para as estações de monitoramento. “O Brasil contribui muito, no cenário mundial, com satélites de observação da Terra. Quando ocorre um terremoto ou um maremoto, por exemplo, nossos satélites colaboram com imagens que vão para bancos de dados internacionais”, conta Walter Abrahão, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

É possível montar um satélite? – Este é o Desafio proposto pela 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que acontece de 17 a 23 de outubro, “equipes de estudantes e entusiastas de todo País poderão apresentar trabalhos curtos sobre a tecnologia de satélites ou a arte envolvendo estas tecnologias”, explica Carlos Moura, Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).

São 114 equipes inscritas de 18 Estados do Brasil. Saiba mais sobre as equipes inscritas neste mapa interativo – acesse aqui. Os inscritos têm até quinta (22/10), às 23h59, para enviar projetos sobre aplicações de satélite, inteligência artificial e satélites, além de arte espacial. Os trabalhos serão avaliados por uma equipe de especialistas.

“Satélites não são do outro mundo!”, afirma o Coordenador da Olimpíada, Rafael Aroca, Professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “As tecnologias usadas em satélites avançaram tanto, nos últimos anos, que é possível construir e lançar satélites usando processadores parecidos com os que temos em nossos computadores e celulares”, explica o Coordenador.

Arte e Ciência – Uma das modalidades para inscrição é “Arte Espacial”. A residente artística do INPE, Drª. Fabiane Borges, desenvolve pesquisas na área de “Arte, Tecnociência e Subjetividade”. Para a pesquisadora, arte de satélites “é quando você usa dados de satélites com uma missão artística. Os dados podem ser usados para fazer música, criar cartografias visuais sobre florestas e sobre centros urbanos, dentre outras aplicações”, explica Fabiane Borges.

A apresentação de Fabiane Borges está disponível no Facebook da Olimpíada – acesse aqui.

A 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) é organizada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria à Agência Espacial Brasileira (AEB), ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e à Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP).

Informações:
– Portal da Olimpíada – acesse aqui
– Facebook  – acesse aqui
– Instagram – acesse aqui
– YouTube – acesse aqui

Inscritos têm até quinta (22) para enviar projetos do Desafio da Olimpíada Brasileira de Satélites.

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Inscrições abertas para Desafio de Satélites da SNCT

Interessados podem se inscrever de 15 a 17 de outubro. A organização conta com a participação da UFSCar.

Estudantes do Ensino Fundamental II, Médio, Técnico e Superior, além de interessados que não estejam cursando nenhum destes níveis, podem se inscrever para o Desafio da Semana Nacional de Ciência e Tecnolocia (SNCT), no âmbito da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)Os eventos irão ocorrer de 17 a 23 de outubro.

A atividade é organizada pela 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites MCTI, coordenada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) por meio do Prof. Dr. Rafael Vidal Aroca*. O projeto se dá em parceria ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), à Agência Espacial Brasileira (AEB) e à Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP).

O Desafio – Podem se inscrever equipes de 2 a 4 pessoas e mais um orientador (responsável legal), que deve ter mais de 18 anos. O desafio conta com palestras e minicursos e, ao final, os participantes deverão enviar seus projetos na forma de vídeos e documentos, os quais que serão avaliados por uma comissão de especialistas. Os melhores projetos poderão ser premiados. Confira a programação aqui.

Para a Reitora da UFSCar, Profª. Drª. Wanda Hoffmann, atuar na linha de frente da organização desta Olimpíada é uma oportunidade ímpar. “Formar pessoas por meio do conhecimento e transformar realidades por meio da Ciência é o que nos move”, explica a Reitora. “É uma honra, para a UFSCar, atuar na 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites do MCTI, com enorme potencial de transformar o futuro de crianças, jovens e adultos por todo País”, conclui Wanda Hoffmann.

Satélites no nosso dia a dia – São utilizados para comunicações, monitoramento ambiental, segurança de fronteira, serviços de localização e até em jogos. Na Olimpíada, o objetivo é aproximar estas tecnologias de estudantes de todas as idades.

“A área de Satélites é cativante. Queremos motivar os estudantes e capacitá-los para que possam criar, projetar e participar da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites – isso tudo em equipe e se desafiando a cada dia”, afirma o Prof. Dr. Rafael Vidal Aroca, Coordenador da Olimpíada na UFSCar.

Inscrições – O prazo para inscrição é de 15 a 17 de outubro, pela internet. Interessados de todo Brasil podem participar.

São 3 categorias:

1. Satélites e Inteligência Artificial
2. Arte espacial
3. Aplicações de satélites

OBS: Destacamos que este Desafio faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites ocorrerá em 2021.

Informações:
-> Edital – acesse aqui
-> Facebook da 1ª Olimpíada de Satélites MCTI – clique aqui
-> Site da 1ª Olimpíada de Satélites MCTI – clique aqui

*Rafael Vidal Aroca é Professor do Departamento de Computação (DC) da UFSCar, Diretor da Agência de Inovação da Universidade e Coordenador da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites MCTI.

Desafio da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites MCTI tem inscrições abertas

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Evento internacional da UFSCar reuniu jovens cientistas

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o pesquisador Alex S. Lima da Universidade de Gotemburgo (Suécia) realizaram, nos dias 16,17, 24 e 25 de junho, o debate on-line “I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas”. O evento reuniu pesquisadores brasileiros que trabalham em instituições nacionais e internacionais com linhas de pesquisas em eletroquímica e/ou eletroanalítica, além de palestrantes brasileiros e estrangeiros, com relevantes trabalhos nas áreas.

Entre os pesquisadores que integraram o debate: Bruno Campos Janegitz, do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) do campus Araras da UFSCar; Thiago Paixão, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP); Raphael Nagao, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Gabriel N. Meloni da Universidade de Warwick (Inglaterra); Carla Santana Santos, da Universidade Ruhr-Bochum (Alemanha) e Cecília C. C. Silva do MackGraphe (Universidade Presbiteriana Mackenzie).

As apresentações foram conduzidas por jovens pesquisadores e doutores que abordaram as realizações dos diferentes grupos de pesquisas na atualidade. “Organizamos o evento em parceria com a Universidade de Gotemburgo para discutir e estimular os jovens cientistas a realizarem pesquisas nas áreas de eletroquímica e eletroanalítica, principalmente diante da pandemia de COVID-19”, explicou o pesquisador da UFSCar, Prof. Dr. Bruno Campos Janegitz.

A eletroquímica e a eletroanalítica são ramos da físico-química e da química analítica, respectivamente, e desempenham papel importante no desenvolvimento da ciência. “O debate permite a troca de experiências proporcionando discussões sobre temas atuais, contatos e novas parcerias dentro da eletroquímica e da eletroanalítica, incluindo novas formas para a detecção da COVID-19”, finalizou o Professor Bruno Janegitz.

O “I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas” contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Química, da Sociedade Brasileira de Eletroquímica e Eletroanalítica e Metrohm Brasil.

Debates sobre eletroquímica e eletroanalítica têm relevância no caso da COVID-19

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