Reitoria em busca de maior segurança nas edificações da UFSCar

Pórtico de entrada da UFSCar – campus de São Carlos (Foto: FAI/ UFSCar)

A Reitora Wanda Hoffmann nomeou um Grupo de Trabalho que, desde 2016, vem atuando junto às prefeituras onde há campus da UFSCar para obtenção do “habite-se”. Este documento atesta a conformidade técnica e legal de edifícios e é expedido pela Prefeitura Municipal.

Dos quatro campi da UFSCar, três deles (São Carlos, Araras e Lagoa do Sino) são considerados áreas rurais, fato que os exime da obtenção do documento técnico. Somente o campus de Sorocaba encontra-se em área urbana, o que diferencia seu processo para regularização dos demais.

Nos casos de São Carlos e Lagoa do Sino, o Grupo de Trabalho da UFSCar já obteve oficialmente, junto às Prefeituras Municipais, a declaração de isenção do “habite-se”. Em Araras, a regularização está em trâmite. No caso de Sorocaba, os projetos encontram-se aprovados pelo Corpo de Bombeiros, mas a execução da obra está ocorrendo em etapas tendo em vista seu alto custo (mais de dois milhões de reais).

Edifício de Gestão Administrativa – campus Sorocaba da UFSCar (Foto: CCS/ UFSCar)

Apesar do empenho da Reitoria por mais segurança na Universidade, a insuficiência de receitas do Governo Federal embaraça a realização de ações e obras que demandam elevada verba orçamentária a curto prazo.

Assim, um longo caminho já foi percorrido rumo à segurança técnica, legal e fiscal dos edifícios. Apesar de o Escritório de Desenvolvimento Físico da UFSCar ter autonomia para emitir uma certificação intitulada “termo de finalização”, a qual libera o edifício para ser utilizado, o respaldo externo, em busca de uma Universidade mais segura, é um anseio da comunidade UFSCar e dos órgãos de controle.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Espaço físico, Gestão, Legislação e normas