Moção do ConsUni pela recomposição orçamentária e chamando a sociedade brasileira à defesa de suas Instituições Federais de Ensino

O Conselho Universitário (ConsUni) da UFSCar aprovou na sua 249ª Reunião Ordinária, uma moção pela recomposição orçamentária e chamando a sociedade brasileira à defesa de suas Instituições Federais de Ensino. O documento está disponível na página da Secretaria dos Órgão Colegiados (SOC) da UFSCar e também pode ser lido a seguir na íntegra:

“O Conselho Universitário (ConsUni) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em sua 249ª Reunião Ordinária, realizada em 28 de maio de 2021, deliberou, com unanimidade, pela manifestação, dirigida às diferentes instâncias do Governo Federal e, também, ao Congresso Nacional, sobre a exigência e urgência de medidas concretas para a recomposição do orçamento destinado às Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e, também, aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

As universidades e institutos federais são um patrimônio do País, de toda a sua população, construído com a contribuição, os esforços e, também, sacrifícios, de gerações de brasileiros e brasileiras. Eles são o legado dessas gerações, centrais na construção tanto de um presente que nos permita sair da profunda crise que vivemos quanto de um futuro que concretize a transformação tão necessária no sentido de um Brasil menos desigual, mais democrático, sustentável, com justiça e equidade.

Assim, cabe aos representantes eleitos por essa população garantir que tenham as condições mínimas necessárias para a continuidade de suas atividades e, também, para o planejamento de um futuro em que sigam crescendo para atender a sociedade brasileira desde as suas demandas de formação até a produção do conhecimento necessário à solução dos grandes problemas apresentados à Nação.

Houve, no passado, tentativas de enfraquecer e, eventualmente, paralisar universidades e outras instituições de ensino pelo estrangulamento orçamentário. Não tiveram sucesso, pela resiliência, luta e resistência de suas comunidades, junto às mais diversas forças e movimentos sociais, unidos em defesa deste patrimônio. Não será agora que pereceremos e, contamos, para isso, novamente com o apoio e a participação de toda a sociedade brasileira”.

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