Monthly Archives: outubro 2022

Recomendação sobre obrigatoriedade do uso de máscara nos campi da UFSCar será deliberada no ConsUni

A mudança na política do uso de máscara nos campi da UFSCar, a partir de deliberação do Comitê Gestor da Pandemia (CGP), que orienta a retirada da obrigatoriedade do uso nas áreas internas dos campi, será tema de reunião do Conselho Universitário (ConsUni) no dia 8 de novembro, às 10 horas, com transmissão ao vivo no canal UFSCar Oficial no YouTube. A pauta está disponível na página da Secretaria dos Órgãos Colegiados (SOC).
Em sua 52ª reunião ordinária, realizada no dia 27 de outubro, o CGP deliberou por recomendar ao Conselho Universitário que o uso de máscara nos espaços internos da UFSCar deixe de ter status de obrigatoriedade, passando a ser recomendado. O Núcleo Executivo de Vigilância em Saúde (NEVS) organizará orientações de condutas recomendadas no cuidado epidemiológico da Covi-19 nesse novo contexto institucional.
O CGP recomenda ainda que a obrigatoriedade do uso de máscara seja mantida nas Unidades de Atendimento à Saúde da Instituição (DeAs, DeACE, USE, SerPM, SerMT e Unidade de Simulação), tendo em vista, especialmente, a responsabilidade e o cuidado com o usuário atendido. Finalmente, no caso da Unidade de Atendimento à Criança (UAC), o CGP recomenda fortemente a manutenção do uso de máscaras. Essa indicação foi subsidiada por dois fortes argumentos de ordem técnica: 1) a não vacinação de crianças até 3 anos; e 2) indicadores epidemiológicos apontando que atualmente 25% da mortalidade por Covid-19 está relacionada a esse grupo populacional. A orientação é que a organização das condições de proteção nessa unidade seja construída num trabalho conjunto entre NEVS/CGP, profissionais e gestores responsáveis por essa unidade, visando atender apropriadamente às condições específicas desse espaço, das suas atividades e do seu público usuário.

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UFSCar inicia ações de manejo de área de vegetação do Campus São Carlos

A partir do projeto de extensão para o manejo e conservação da biodiversidade das áreas de vegetação da Universidade, elaborado pela Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS) e fruto de uma das frentes de trabalho do Comitê Gestor Emergencial para as áreas de vegetação nos campi, criado para coordenar os esforços relacionados à avaliação de impacto e aos encaminhamentos necessários envolvendo o incêndio na área de vegetação do Campus São Carlos em setembro de 2021, a UFSCar, através da Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI), acaba de assinar o contrato para a limpeza da área atingida pelo incêndio.

Com a aprovação do processo de chamamento público, a empresa vencedora do processo licitatório – a que apresentou a melhor proposta de compra do material e menor tempo para a realização do serviço – fará a limpeza da área, 98,5 hectares, que abriga os talhões de produção comercial de eucaliptos atingidos pelo incêndio. A remoção do material visa garantir a segurança da área, uma vez que as árvores atingidas pelo fogo estão com risco de queda, e prevenir novos incêndios. A limpeza não atinge as áreas de vegetação nativa do Cerrado, pois estas não foram afetadas.Os recursos adquiridos com a venda dos eucaliptos serão utilizados para a recuperação da área atingida pelo incêndio e para outras ações do projeto de extensão, como a construção do novo tablado da Trilha da Natureza, manutenção dos aceiros e melhoria das condições de visitação. Erica Pugliesi, secretária geral da SGAS, explica que as atividades do projeto já foram iniciadas com a contratação das empresas para a limpeza e para a manutenção dos aceiros e vias de deslocamento, e a produção de mudas.

“O projeto consiste em um conjunto de ações integradas, envolvendo gestão, educação e comunicação ambiental, juntamente com a melhoria das condições de infraestrutura, para o manejo e conservação das áreas verdes do Campus São Carlos. Ele conta com cinco frentes de atuação que incluem as demandas de infraestrutura, diagnóstico, planejamento, plano de ação e execução das ações”, destacou Pugliesi. O tema foi destaque da live Na Pauta, que foi ao ar na última terça-feira (25/10). Assista!

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UAC da UFSCar completa 30 anos com mais de 1.300 crianças atendidas

Atualmente, UAC atende cerca de 140 crianças por ano (Foto: Analice Garcia)

A Unidade de Atendimento à Criança (UAC), instituição de educação infantil, vinculada à Pró-Reitora de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE), completa nesta sexta-feira, 21 de outubro, 30 anos de atividades que promovem o crescimento integral de bebês e crianças, nas várias áreas de desenvolvimento, por meio de experiências e vivências lúdicas.
Ao longo destes 30 anos, mais de 1.300 crianças já passaram pela unidade. Atualmente, são atendidas cerca de 140 crianças por ano, de 3 meses a 5 anos e 11 meses, do berçário ao grupo 5 (creche e pré-escola).

A diretora da UAC, Elaine Italiano Vidal, explica que com a Resolução Nº1, de 2011, que fixou as normas de funcionamento das unidades de Educação Infantil ligadas à Administração Pública Federal, implementando a universalização das vagas, e então a UAC passou a atender crianças da comunidade externa à Universidade, mantendo 25% das vagas para crianças filhas de estudantes em situação de vulnerabilidade vinculados ao Programa de Assistência Estudantil (PAE).

Além do atendimento como creche e pré-escola, a UAC oferece atividades de ensino e extensão abertas à comunidade externa, principalmente a rede pública de ensino.

“Por estar vinculada à universidade pública, a UAC é um espaço diferenciado no atendimento às crianças e bebês, pois conta com profissionais da educação extremamente comprometidos, envolvidos com a educação de qualidade, e com a própria formação. Além do ensino às crianças, realizam atividades de pesquisa, extensão, e outras atividades de formação, sempre com o intuito de melhorar os processos de ensino e aprendizagem, proporcionando às crianças uma educação de qualidade”, disse.

Dentre os projetos de extensão estão a Semana de Formação, Pesquisas e Práticas em Educação Infantil, o Em casa com a UAC e a realização de projetos em parcerias com outros departamentos como a Terapia Ocupacional e com a Educação Especial. De maneira geral, as atividades de extensão são sempre voltadas para a formação inicial e contínua de educadoras, de estudantes e abertas à comunidade interna e externa da UFSCar.

Atualmente, a equipe da UAC é formada por 13 docentes efetivas da carreira do Ensino Básico Técnico e Tecnológico (EBTT), servidor e servidoras técnico-administrativas, como auxiliares de creche, coordenadora pedagógica, coordenadora administrativa, enfermeira, nutricionista, diretora, auxiliar de limpeza, auxiliar rural, estagiárias, bolsistas vinculadas a Projetos de Extensão, e funcionárias das empresas terceirizadas da segurança e limpeza.
“A UAC é um espaço de formação e de produção de conhecimento. Há grande comprometimento da equipe em relação à própria formação, e em relação à formação de futuros profissionais da Educação Infantil. Assim, ela é campo de estágio para estudantes de diversas licenciaturas, não só da UFSCar, além de estudantes com suas pesquisas de Graduação, Mestrado e Doutorado”, complementou Elaine.

Em comemoração aos seus 30 anos, a UAC fará um passeio ciclístico com as crianças e suas famílias no dia 29 de outubro, das 9 horas às 11 horas, no Campus São Carlos, na rua do “prédio da Petrobrás”, Área Norte. O passeio é aberto às crianças atendidas pela UAC e seus responsáveis, quem quiser poderá andar de bicicleta, patins, skate, ou qualquer outro brinquedo. A UAC oferecerá frutas para o lanche.

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Capes aprova mais de 600 novas bolsas para licenciandos da UFSCar

Neste ano, a Capes contemplou a UFSCar com 264 bolsas do PIBID e 360 do PRP (Arquivo)

Com o objetivo de formar professores que estejam cada vez mais preparados para lidar com as especificidades das salas de aula, principalmente da rede pública de ensino – na qual a maioria da população brasileira estuda -, os licenciandos da UFSCar contam com a oportunidade de participar de dois programas de formação de professores que possibilitam conhecer a docência na Educação Básica: o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e o Programa Residência Pedagógica (PRP), promovidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Só em 2022, serão 624 novos estudantes bolsistas de licenciatura.

Neste ano, a Capes contemplou a UFSCar com 264 bolsas do PIBID, destinadas para estudantes da primeira metade dos cursos de licenciatura, e 360 do PRP, para licenciandos dos anos finais. Todos recebem bolsas de R$ 400. Desta forma, licenciandos dos campi São Carlos, Araras e Sorocaba da UFSCar das mais diversas áreas – Pedagogia, Letras, Matemática, Ciências Biológicas, Química, Física, Geografia, Filosofia, Música, Educação Física e Educação Especial – são inseridos no cotidiano de escolas públicas da Educação Básica. Sob a orientação de docentes da UFSCar e com a supervisão de professores das unidades escolares parceiras, que também recebem bolsas, o graduando tem a oportunidade de participar de atividades de planejamento, acompanhar de perto os métodos usados em sala de aula e pensar em soluções que possam resolver os problemas identificados no processo de ensino-aprendizagem.

Desde 2009, quando teve início o PIBID, 1521 licenciados da UFSCar já foram bolsistas do Programa. Por sua vez, o PRP teve início em 2018. Até agora, 505 licenciados da UFSCar já foram contemplados com bolsas nesse Programa. Ambos fazem parte da Política Nacional de Formação de Professores do Ministério da Educação. “As iniciativas têm colaborado com o aperfeiçoamento da formação inicial de educadores. Tanto as escolas quanto a universidade são produtoras de conhecimentos sobre a docência. Nesse sentido, a parceria contribui para compreensões mais contextualizadas.”, explica Isadora Valencise Gregolin, professora do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar e atual coordenadora institucional do PRP da Universidade.

Até 2021, 79 escolas firmaram parceria com a UFSCar e receberam licenciandos. “São Programas que permitem que o estudante tenha uma formação fortalecida e aprofundada. Dentro de uma sala de aula, as possibilidades de aprendizado são inúmeras. É uma oportunidade para o futuro professor analisar e reformular o cotidiano no qual ele está inserido”, afirma Carolina Rodrigues de Souza, docente do Departamento do Metodologia de Ensino e atual coordenadora institucional do PIBID na UFSCar.

A integração entre a educação superior e a educação básica permite que os profissionais experientes estejam envolvidos com a formação dos futuros professores. “São grandes as vantagens dessa aproximação. É uma forma que todos nós temos de nos atualizar da realidade. A sala de aula é um grande campo de conhecimento e essa vivência contribui muito com o desenvolvimento de pesquisas que pensam a educação e permitem análises mais profundas das raízes de problemas, como, por exemplo, a desigualdade, o preconceito e o desinteresse. Hoje em dia, por exemplo, temos lidado com os desafios do retorno às atividades presenciais. A pandemia impactou muito essa rotina de ensino-aprendizagem e muitos professores dizem que os alunos desaprenderam a estar na escola”, relata Souza.

Também como parte das ações de formação de professores, a UFSCar tem realizado ao longo dos últimos anos eventos para promover o encontro de bolsistas dos Programas, egressos, convidados e professores. Nessas ocasiões, são divulgadas ações por meio de palestras, mesas-redondas e oficinas. Ainda há oportunidades para troca de experiências, para apresentação de materiais didáticos e pesquisas, assim como espaço para debates sobre propostas curriculares e reflexões sobre demandas, possibilidades e desafios. Conheça mais sobre o PIBID e o PRP pelos sites www.pibid.ufscar.br e www.residenciapedagogica.ufscar.br.

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ProAd atualiza comunidade universitária sobre o cenário orçamentário da UFSCar para 2022

A Pró-Reitoria de Administração (ProAd), na 264ª Reunião Ordinária do Conselho Universitário (ConsUni), atualizou a comunidade universitária sobre a situação orçamentária da Universidade que, assim como a das demais Instituições Federais de Ensino Superior, segue crítica.
Como tem sido informado, o orçamento das universidades federais não foi recomposto pelo índice de inflação no período – conforme prevê a Emenda Constitucional No. 95, que estabelece o teto de gastos para o executivo federal. Para se ter uma ideia, o orçamento para 2022 foi menor que o orçamento em 2019. O orçamento da LOA 2022, que já era deficitário, sofreu ainda um corte de cerca de 7,2% em meados de 2022, o equivalente, na UFSCar, a cerca de R$ 4,6 milhões entre despesas de custeio e de capital.
Para agravar ainda mais a situação, na última terça-feira (4/10), o Governo Federal divulgou um novo decreto anunciando mais um corte no orçamento do Ministério da Educação (MEC) para 2022, desta vez de 5,8%, que irá impactar novamente as instituições federais de ensino (saiba mais sobre o corte em matéria publicada na página da Andifes). Para entender como esse novo corte impacta o orçamento e o empenho dos recursos nas universidades, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) realiza nesta quinta-feira, às 10 horas, uma reunião com reitores e reitoras, da qual a Reitora da UFSCar, Ana Beatriz de Oliveira, participa, para discutir o contexto, bem como as ações e providências. Tão logo as decisões sejam tomadas, serão divulgadas para a comunidade universitária.

O que já se identifica é um corte de 5,04% no orçamento de custeio da UFSCar, o que equivale a R$ 2.081.660.03. De antemão, a reitoria informa que os empenhos para pagamento de bolsas de assistência e permanência estudantil e do Restaurante Universitário estão preservados.
Com isso, os números apresentados pela ProAd no ConsUni (30/9) e listados abaixo devem ser atualizados, para novamente serem compartilhados com a comunidade. Na reunião, antes do anúncio do novo corte, a Pró-Reitora de Administração, Edna Augusto, apresentou de forma detalhada o planejamento e a execução orçamentária para 2022 (disponível neste link).
No que diz respeito ao custeio, foram evidenciadas as cinco maiores despesas da Universidade, que são da ordem de R$ 44,9 milhões, das quais a quantia de R$ 42 milhões já está empenhada para os pagamentos planejados, priorizando o pagamento de bolsas, o funcionamento do Restaurante Universitário e o pagamento das empresas terceirizadas.

“A partir do incansável trabalho da equipe da ProAd, conseguimos reduzir o déficit da UFSCar e assegurar a realização das atividades até o final do ano. Em linha com a nossa proposta de gestão, preservamos os recursos dos programas de assistência e permanência estudantil e os contratos com as empresas prestadoras de serviços, garantindo o emprego das pessoas, mas, para que isso fosse possível, tivemos que reduzir ainda mais nossos contratos e serviços, como serviços de manutenção predial (pequenos reparos, manutenção de ar-condicionado e persianas), mudança no modelo de limpeza de áreas verdes e dos espaços em geral, redução no custeio de atividades como viagens didáticas e inscrições em congressos”, explicou.

“Considerando as prioridades estabelecidas, os recursos para o pagamento das bolsas do programa de assistência e permanência estudantil estão garantidos até janeiro de 2023. Porém, demais despesas, como energia e esgoto, terão que ser negociadas com as empresas, a partir do cenário orçamentário da Universidade”, acrescentou a Pró-Reitora.

Para conseguir arcar com as despesas necessárias até dezembro de 2022, há uma reserva de R$ 920 mil para os compromissos vigentes, insuficiente para saldar as despesas já previstas e eventuais emergências. Por conta disso, será necessário utilizar outras linhas de recursos como os recursos próprios – que a Universidade arrecada, como a partir da atividade de registro de diplomas. Além de contar com cerca de mais R$ 1,9 milhões de recursos próprios, haverá necessidade de remanejar recursos de capital (para investimentos) para custeio, o que significa mais um ano em que os investimentos na Universidade ficam sufocados, porque os recursos precisam ser usados em custeio.

A UFSCar, como tem feito ao longo do último ano, junto com as demais instituições federais e com a Andifes, tem trabalhado pela recomposição orçamentária e pela mobilização coletiva na denúncia dos cortes e pela recomposição. Para isso, conta com o Comitê de Crise, criado no âmbito do ConsUni, que tem desenvolvido ações conjuntas com os comitês das entidades da UFSCar, a manutenção das ações de comunicação para a comunidade interna e externa sobre a situação orçamentária, e a organização de espaços de mobilização coletiva por meio de atividades pedagógicas, como o Dia da Valorização da Universidade Pública, realizado em 11 de agosto.

Para apresentar em detalhes a realidade orçamentária da UFSCar e o trabalho do Comitê de Crise, representantes da ProAd e do Comitê participam no dia 11 de outubro da live “Na Pauta”, às 14h15, com transmissão ao vivo nos canais UFSCar Oficial no YouTube e Facebook. Acompanhe!

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