Monthly Archives: junho 2022

UFSCar inicia entrega de propostas para políticas de Educação e CT&I

A Administração Superior da UFSCar iniciou hoje (9 de junho) uma programação de entrega de pauta de reivindicações para políticas – nos âmbitos federal e estadual – de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação a dirigentes partidários, pré-candidatos e/ou, futuramente, candidatos, e outros atores relevantes no contexto do processo eleitoral que se concretizará em 2022.
A pauta traz 11 temas considerados fundamentais para que a UFSCar e as demais instituições públicas de Ensino Superior possam cumprir sua missão de promover o ensino, a pesquisa e a extensão com excelência e compromisso social.
As reivindicações presentes no documento dizem respeito à implementação de políticas públicas que tenham compromisso com a garantia da autonomia universitária, com o Ensino Superior gratuito e com as ações de democratização do acesso e de permanência estudantil na graduação e pós-graduação. Os tópicos incluem financiamento adequado; ampliação dos quadros de pessoal; investimentos em pesquisa e inovação; manutenção da indissociabilidade entre formação e produção do conhecimento; ampliação e aprimoramento contínuo da relação com os órgãos de fomento; oferta de políticas de indução que fortaleçam o papel das universidades no desenvolvimento tecnológico, social e ambiental em suas regiões de atuação; estímulo à extensão universitária e reconhecimento de seu papel no fortalecimento das políticas públicas; e expansão do Hospital Universitário da UFSCar.
Nesta quinta-feira, a carta foi entregue pela Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, a Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, professor da Universidade de São Paulo (USP) e ex-ministro da Educação (2005 a 2012), que esteve em São Carlos em agenda que incluiu visitas à USP e à UFSCar.

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UFSCar Sorocaba é homenageada pelos 16 anos e pela contribuição com a transformação social e tecnológica da região

Representantes da comunidade universitária receberam homenagem na câmara (Foto: Analice Garcia)

Os avanços, desafios e conquistas dos 16 anos da UFSCar Sorocaba foram muito bem relatados na última segunda-feira (6/6) em sessão solene da Câmara Municipal de Sorocaba, a partir de proposta da vereadora Iara Bernardi, que homenageou o Campus pelos seus 16 anos de atividades. A cerimônia pode ser assistida neste link.

Dirigentes da UFSCar, estudantes e servidores evidenciaram o papel transformador da Universidade em suas vidas. Representantes da comunidade externa evidenciaram a contribuição do Campus Sorocaba para a formação de cidadãos altamente capacitados em diferentes áreas do conhecimento e a contribuição para o desenvolvimento tecnológico e para a inovação na região metropolitana de Sorocaba.

Em seu pronunciamento, a Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, agradeceu ao legislativo de Sorocaba pela homenagem e reconhecimento à UFSCar pelo seu importante papel educacional na oferta de acesso gratuito ao ensino superior de qualidade e ao desenvolvimento social, tecnológico e científico na região.

A Reitora agradeceu a comunidade universitária do Campus Sorocaba e parabenizou todos e todas pelo comprometimento com a implementação do projeto do Campus Sorocaba, que tem a sustentabilidade como seu eixo norteador. Ela estendeu o agradecimento à sociedade civil, empresas e demais órgãos públicos da região que cada vez mais têm se aproximado da UFSCar Sorocaba, contribuindo para o fortalecimento da Universidade. “Através destas parcerias, a UFSCar Sorocaba tem contribuído significativamente com o desenvolvimento regional em frentes como a educação básica pública, o meio ambiente e o turismo regional”, disse.

De 2006, quando iniciou suas atividades, para 2022, o Campus Sorocaba ampliou sua área construída de 8 mil para 48 mil m², e de quatro para 14 cursos de graduação. Hoje, são 2.885 estudantes de graduação, sendo 43% da região metropolitana de Sorocaba e 25% de Sorocaba, 545 de pós-graduação, 294 servidores e 60 colaboradores terceirizados no Campus. O Campus conta com 17 cursos de pós-graduação e, em 2021, registrou um aumento de 22% no número de ingressantes nos programas de pós-graduação.

Sua atuação junto à comunidade externa acontece por meio de ações de extensão, como a recente contribuição para o enfrentamento regional da Covid-19 com a produção e doação de álcool em gel, álcool glicerinado e equipamentos de proteção individual para entidades da região. Somam-se a essa iniciativa outras atividades de extensão, como o cursinho pré-vestibular Educação e Cidadania, implementado em 2009, o Programa Futuro Cientista, criado em 2010 e destinado à formação de futuros cientistas e empreendedores em escolas públicas e unidades de acolhimento, o Projeto Esperans, de 2017, que ensina língua portuguesa para a comunidade haitiana de Sorocaba e Votorantim.

As atividades de extensão do Campus Sorocaba incluem ainda projetos nas áreas de biodiversidade e ecologia, agricultura familiar e agroecologia, gênero e sexualidade, tecnologia assistiva, administração de empresas, gestão e negócios, biotecnologia, ciências ambientais, turismo, produção florestal, empreendedorismo e indústria 4.0.

“Nós, da comunidade UFSCar Sorocaba, temos muito orgulho da nossa história e do trabalho que desenvolvemos em prol do desenvolvimento regional. A UFSCar é conhecida, desde a sua criação, por sua defesa da educação pública, gratuita, inclusiva e de excelência. São estes os ideais que nos orgulhamos de exercer enquanto profissionais e que buscamos transmitir aos nossos estudantes. Parabenizo toda a comunidade universitária de Sorocaba pelo belo trabalho que tem feito nestes 16 anos e agradeço à sociedade sorocabana e da região metropolitana pela confiança no nosso trabalho”, disse a Diretora do Campus, Karina Martins.

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CoGePe cria Comissão de Conciliação para acompanhar e mediar situações referentes ao retorno presencial das atividades

Em reunião online, Conselho de Gestão de Pessoas (CoGePe) criou Comissão de Conciliação

O Conselho de Gestão de Pessoas (CoGePe) criou uma Comissão de Conciliação para acompanhar e mediar durante o retorno às atividades presenciais possíveis conflitos entre chefias e servidores do grupo de risco da Covid-19, com comorbidades, que não têm indicação médica de afastamento, mas não se sentem confortáveis para o retorno às atividades presenciais – mesmo com todos os protocolos de segurança, como máscaras e distanciamento. A Comissão conta com representantes docentes, técnico-administrativos e da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (ProGPe).

O encaminhamento para a criação do espaço de mediação surgiu na última reunião do Conselho Universitário (ConsUni), que definiu que qualquer pessoa que não se sentir segura em realizar atividades presenciais deve reportar a sua chefia. A comissão criada entra em ação para propor alternativas intermediárias quando não houver acordo entre as partes. O grupo será responsável por ouvir os envolvidos, analisar as situações, verificar possibilidades e tentar negociações e encaminhamentos, inclusive com os departamentos acadêmicos.

“O servidor não pode deixar de cumprir as suas obrigações, mas pode pensar em formas de fazer o seu trabalho e estar mais protegido. Com bom senso e com paciência, a ideia é acolher e tentar entender como podemos mediar para que essa pessoa consiga retomar gradualmente as suas atividades de uma forma que ela se sinta segura”, afirmou Jeanne Liliane Marlene Michel, Pró-Reitora de Gestão de Pessoas.

Considerando a ausência de dispositivo legal que viabilize o afastamento de pessoas com comorbidades de atividades presenciais, já que o Governo definiu que todo servidor tem que voltar à atividade presencial a partir do dia 6 de junho, a intenção é buscar ferramentas para viabilizar menos estresse e mais possibilidades, sem prejuízo para a atividade finalística da instituição. “Devemos proteger os servidores, mas sem desobedecer às normas. Alguns acordos entre servidores e chefias já têm ocorrido para redistribuição de tarefas que devem ser executadas de maneira presencial”, ressaltou a gestora.

“É louvável que tenhamos uma Comissão desse tipo. É uma tarefa que não é fácil, mas é muito importante o acompanhamento das pessoas com comorbidade que estejam com dificuldade na sua transição para o retorno das atividades presenciais”, avaliou o professor Daniel Vendruscolo, docente do Departamento de Matemática e integrante do CoGePe. Os acordos devem ser pensados até outubro, fim do primeiro semestre letivo de 2022. “Até lá já saberemos com mais certeza o rumo que essa pandemia vai tomar”, conclui a Pró-Reitora.

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