Monthly Archives: maio 2022

Propostas de gestão da alimentação e de suprimentos e logística são apresentadas no CoAd

Presidida pela Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, reunião terá segunda sessão na próxima sexta, às 14 horas

A segurança alimentar da comunidade universitária, um dos temas centrais da atual administração da Pró-Reitoria de Administração (ProAd), foi um dos pontos de pauta da 62ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração (CoAd), realizada na última sexta-feira (6/5), a partir da apresentação da proposta de gestão da alimentação nos campi, desenvolvida pela Coordenadoria de Rede Integrada de Segurança Alimentar (CRISA).

A proposta foi apresentado pelo coordenador da CRISA, Fernando Henrique Donizeti Paganelli, que falou sobre o surgimento do projeto, em 2021, a partir da aprovação da coordenadoria que desenvolveu essa proposta, em conjunto com a Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (PRoACE). A proposta traz um conceito de sistema integrado de segurança alimentar que envolve os quatro campi na mesma estratégia de atuação, padronizando os serviços do Restaurante Universitário (RU), as atividades das lanchonetes, dos serviços de food trucks, a partir da instalação de praças de alimentação em locais e com estrutura adequadas, e dos vendedores autônomos por meio de capacitação e normativas para a realização das atividades de forma segura.

A proposta prevê também a criação de espaços para a agricultura familiar, de hortas comunitárias – com o envolvimento dos estudantes -, espaços comunitários para alimentação nos campi e a oferta de espaços com minimercado em containers.

Também foram apresentados os principais pontos do contrato do RU para o segundo semestre de 2022 que traz o diferencial de ser unificado para todos os campi, além da melhoria no cardápio, com a oferta de suco, duas opções de proteína e de desjejum.

Além disso, Paganelli destacou as ações de planejamento do retorno do atendimento presencial, como, por exemplo, a adaptações de espaços, com novos mobiliários, aumento do número de catracas e de balcões para os alimentos, para evitar filas e melhorar o fluxo. Para esse planejamento, foi montado o Grupo de Apoio à Gestão do Restaurante Universitário, que conta com a participação de representantes da CRISA, ProAd, ProACE e de estudantes para pensar nas estratégias para o RU, a partir de encontros semanais.

Paganelli tratou ainda da atuação do RU durante a pandemia no atendimento à comunidade universitária, principalmente dos estudantes, para garantir o acesso às refeições através de entrega de refeições, kits e do sistema de entrega em domicílio.

Outro importante ponto de pauta foi a apresentação da Coordenadoria de Suprimentos e Logísticas (CSLog) sobre a gestão de suprimentos, incluindo análise do fornecimento de máscaras entre os meses de janeiro e abril de 2022.

Fábio Zuccolotto Ferreira, coordenador da CSLog, destacou a implementação do novo sistema de requisições de materiais, a partir de um módulo dentro do Sistema de Apoio à Gestão Universitária Integrada (SAGUI) – SAGUI Suprimentos, com novas funções que incluem uma vitrine de produtos de fácil visualização, ferramentas para o levantamento de chamadas para exercícios seguintes e as modalidades de requisição: almoxarifado, ata de registro e licitação.

Outro ponto abordado foi o orçamento da ordem de R$ 581 mil para as demandas de materiais de estoque e do almoxarifado virtual e de 1,5 milhões para investimentos em equipamentos e mobiliários.

A aquisição de materiais para o retorno total das atividades presenciais nos campi, como máscaras e álcool 70%, bem como testes para a Covid-19, e os necessários para as aulas práticas foram também compartilhados com os conselheiros.

O conselho deliberou pela homologação das aprovações ad referendum de adesão de docentes aos programas de Professor Sênior e de Docência Voluntária, de aquisição de materiais para os departamentos de Física, Química e Engenharia de Materiais, bem como a prorrogação do Projeto de Desenvolvimento Institucional (ProDIn) “Ampliação do parque de usinas solares fotovoltaicas na UFSCar”.

A proposta de projeto de extensão que contempla ações voltadas à área de vegetação do Campus São Carlos e a análise do ProDIn “ Ensino-aprendizagem e formação de estudantes em contextos práticos”, submetido pela Secretaria de Educação a Distância (SEaD), serão apreciadas em reunião extraordinária do CoAd a ser realizada na próxima sexta-feira (13/5), às 14 horas, com transmissão ao vivo no canal UFSCar Oficial no YouTube.

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Reunião com diretores de centro e chefias de departamento apresenta prestação de contas parciais do ProDin

Dados foram apresentados pela Vice-Reitora e Presidente do CGP, Maria de Jesus Dutra dos Reis

A Vice-Reitora e Presidente do Comitê Gestor da Pandemia (CGP), Maria de Jesus Dutra dos Reis, realizou ontem (5/5) uma reunião com os diretores de centro, chefes de departamento dos quatro campi e o Comitê de Fiscalização e Acompanhamento, para prestação parcial de contas dos investimentos aplicados em ações do Projeto de Desenvolvimento Institucional (ProDIn) para o Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 na UFSCar, a partir dos recursos oriundos dos departamentos.

A Vice-Reitora compartilhou com todos os presentes os fatores que mobilizaram a implementação do projeto, como o corte no orçamento para as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), a necessidade de a UFSCar avançar nas ações de vigilância epidemiológica e dar suporte às ações do Ensino Não Presencial Emergencial (ENPE), bem como apoio à inclusão digital dos estudantes. Em sua apresentação, fez um histórico sobre todo o processo, incluindo a aprovação do projeto, definição das demandas a serem atendidas com os recursos e um descritivo a respeito do empenho dos recursos.

“Esses recursos têm sido fundamentais para implementarmos algumas ações para atender algumas das principais necessidade que surgiram com a pandemia, e nada mais importante do que apresentar aos representantes dos centros e departamentos, que viabilizaram a destinação dos recursos, o que já foi feito até o momento”, salientou a Vice-Reitora.

No total, os departamentos destinaram cerca de R$ 2 milhões para o projeto, dos quais aproximadamente R$ 1,5 milhões já foram empenhados. As demandas viabilizadas com esses recursos, aprovadas pelo CGP e pelo Comitê de Fiscalização e Acompanhamento, incluem a aquisição de testes para a Covid-19, assinatura da plataforma digital G-Suit, da Google, ferramenta para as atividades no formato online, o pagamento de bolsa de inclusão digital para estudantes de graduação e pós-graduação e para a execução das ações de vigilância epidemiológica, e aquisição de materiais complementares para o Ensino Não Presencial Emergencial (ENPE), como a ampliação do acervo digital.

Também foram investidos recursos para a adaptação de infraestrutura, aquisição de equipamentos de proteção individual e para a contratação de intérprete de Libras para as ações do ENPE e as reuniões dos conselhos superiores.

O projeto está disponível para acesso de toda a comunidade universitária pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI) pelo número SEI 23112.017409/2021-36.

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UFSCar avança em debate e planejamento da curricularização da extensão em 2022

Tema foi assunto na edição 49 da live semanal Na Pauta

Ao longo de 2022, a UFSCar deve intensificar o debate e ações voltadas à curricularização das atividades de extensão, visando atender a necessidade de sua inclusão nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação até dezembro deste ano. A exigência consta nas Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira (Resolução nº 7 CNE/CES de 2018) e nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), com data de implantação prorrogada para dezembro de 2022 por despacho ministerial publicado no final de 2020.

O início deste processo se deu no dia 22 de março, na edição 49 da live semanal Na Pauta, que contou com a participação da Pró-Reitora de Graduação Adjunta da UFSCar, Luciana Coutinho. Na ocasião, ela resgatou o histórico deste trabalho, com o encaminhamento de uma proposta de minuta ao Conselho de Graduação (CoG) ainda na gestão anterior, em 2020, posteriormente retirada devido à permanência de muitas dúvidas sobre a operacionalização nos diferentes cursos de graduação.

Em 2021, com a posse da nova equipe de Administração Superior, foi criada Comissão Mista das pró-reitorias de Graduação (ProGrad) e de Extensão (ProEx), com representantes destas pró-reitorias, seus conselhos (CoG e CoEx) e dos diferentes centros acadêmicos. “Este não é um assunto novo, mas estamos, em 2022, conferindo uma nova dimensão a este trabalho na UFSCar”, situou Coutinho.

Assim, para este ano, a Comissão previu, como principais frentes de trabalho, o mapeamento de experiências e normativas em instituições que já estão mais adiante neste processo e, de outro lado, o conhecimento de experiências internas à UFSCar.

Histórico
Em sua participação em Na Pauta, a Pró-Reitora registrou como o debate sobre o compromisso social da universidade e, a partir daí, todo o arcabouço legal relativo à extensão universitária e a sua integração aos processos de formação de pessoas e de produção de conhecimento, têm como ponto de partida o processo de redemocratização do Brasil, na década de 1980, e a construção coletiva de um projeto de nação que visasse qualidade de vida com equidade social.

Neste contexto, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão é inscrita como princípio na Constituição Federal de 1988. Como foi recuperando Luciana Coutinho em sua apresentação, posteriormente a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) coloca a extensão como finalidade da universidade e, no Plano Nacional de Educação 2001-2011, aparece a indicação de inclusão dos 10% de extensão nos currículos de graduação, transformada em obrigatoriedade no PNE 2014-2024 e detalhada no próprio Plano e nas Diretrizes. “Cabe sempre destacar que todo esse processo diz respeito à expressão do compromisso social da universidade e, sobretudo, da universidade pública”, concluiu Coutinho.

Na mesma edição de Na Pauta, foram apresentadas experiências já implantadas em cursos de graduação da UFSCar. Maria Carolina Leme Joly, docente do curso de Música da Universidade, compartilhou a história da graduação, cuja origem está em atividades de extensão na área desenvolvidas desde o final da década de 1980. Rodolfo Figueiredo, Vice-Coordenador do curso de Gestão e Análise Ambiental, contou como o projeto pedagógico, de 2011, contempla, entre quatro núcleos básicos, o de Projetos Interdisciplinares, que, a cada semestre, busca integrar em uma disciplina obrigatória os conhecimentos sendo abordados juntos aos estudantes, a partir de situações reais. Já Fred Valente, Coordenador do curso de Engenharia da Computação, falou dos Projetos Integradores Extensionistas, também voltados à oferta de experiências do mundo real aos profissionais em formação. Todos esses depoimentos podem ser conferidos na gravação do programa, no canal UFSCar Oficial.

Também como resultado dos trabalhos da Comissão Mista, o XII Seminário de Graduação da UFSCar (SEGrad), realizado de 25 a 27 de abril, foi dedicado à reflexão sobre a curricularização, com o tema “Extensão universitária na graduação: história, diretrizes e experiências”. Neste caso, houve a participação de convidados de outras instituições. Um resumo do evento pode ser conferido em matéria nesta mesma edição do Boletim da Reitoria, e as gravações das mesas estão disponíveis no canal UFSCar Oficial no YouTube.

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CoPG anuncia Política de Ações Afirmativas, novo convênio de bolsas e autoavaliação

Reunião foi presidida pelo Pró-Reitor de Pós-Graduação, Rodrigo Constante Martins

O Conselho de Pós-Graduação (CoPG), na sua136ª Reunião Ordinária, anunciou novidades de extrema relevância para atuais e futuros pesquisadores da Universidade. A UFSCar acaba de elaborar diretrizes para a implementação Política de Ações Afirmativas nos processos seletivos dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu, nos cursos de mestrado e doutorado para as modalidades acadêmico e profissional.


A resolução foi aprovada pelos CoPG e Conselho Universitário (ConsUni) e, agora, os programas têm até 18 meses para atender a política. Vale ressaltar, que alguns Programas de Pós-Graduação já trabalham há algum tempo com ações afirmativas em editais, como os da área de Sociologia, Educação – em São Carlos e Sorocaba, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, dentre outros.

Também foi informado durante a reunião que a UFSCar está prestes a firmar um convênio com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) para destinar bolsas aos pós-graduandos. A expectativa é que neste primeiro ano sejam, pelo menos, de 120 a 200 bolsas nos mesmos valores das de Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para pesquisadores da UFSCar que atuem como facilitadores nos cursos de graduação da Univesp. O contrato estabelece quatro horas semanais em atividades de monitoria e acompanhamento das turmas e outras oito horas dedicadas a Cursos de Formação de Docentes de Educação a Distância. A ideia é que essas bolsas possam ser utilizadas já a partir do segundo semestre deste ano, em agosto.

“Nós já recebemos uma minuta de proposta de convênio, mas estamos negociando essa minuta com a Reitoria da Univesp para tentar chegar em números que sejam adequados para as demandas da UFSCar. Isso depende do orçamento da Univesp. Desde que assumimos a Pró-Reitoria, um dos grandes desafios que nossa equipe de gestão tem enfrentado é o corte de bolsas. Por isso, em 2021, iniciamos vários diálogos e tentamos criar várias pontes para construir possibilidades de financiamento”, explicou o professor Rodrigo Constante Martins, Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFSCar. Uma comissão será criada para desenvolver o processo seletivo destas bolsas. A proposta é que, no mínimo, 50% delas sejam destinadas a estudantes ingressantes por ações afirmativas. O convênio, que pode atingir até 600 bolsas concedidas, tem duração de três anos e pode ser renovado por igual período.

Dentre outros assuntos, também foi comunicada a formação de uma Comissão de Autoavaliação da Pós-Graduação da UFSCar. A Comissão terá como referência o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSCar e irá realizar uma primeira autoavaliação a partir de dados coletados no ano passado pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (ProPG) e por meio de questionários que serão aplicados as coordenações dos programas de pós-graduação. Ainda há a possibilidade de questões serem destinadas para estudantes. Desde 2021, a Pró-Reitoria tem discutido com os integrantes do Conselho sobre a necessidade de uma avaliação institucional da área, que ainda pode servir como um importante parâmetro para que os programas realizem suas respectivas autoavaliações. Até então, apenas os próprios programas realizam autoavaliações, processo que deve seguir ocorrendo.

A Comissão é composta pela professora Eli Ângela Vitor Cozo, coordenadora multicampi da ProPG, pelo professor Alceu Gomes Alves Filho, docente do Departamento de Engenharia de Produção e especialista em planejamento estratégico, pela professora Fabiana de Oliveira, do Departamento de Sociologia e especialista em métodos quantitativos, pela professora Maria Silvia de Assis Moura, do Departamento de Estatística, pela professora Kellen Christina Leite, docente do Departamento de Ciências Humanas e Educação, e pelo técnico-administrativo Robson Lopes dos Santos.

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UFSCar debate inclusão de atividades de extensão no currículo de cursos de graduação

A Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, participou da abertura do evento (Reprodução)

O 12º Seminário de Ensino de Graduação (SEGrad) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) debateu o processo de inclusão de atividades de extensão no currículo dos cursos de graduação. Até o final de 2022, todas as Instituições Federais de Ensino Superior devem atualizar os seus projetos pedagógicos com a inserção de pelo menos 10% de atividades desse tipo, prioritariamente, em áreas de grande pertinência social, como estabelecido por resolução do Conselho Nacional de Educação. Desde 2021, a UFSCar conta com uma Comissão conjunta das pró-reitorias de Graduação (ProGrad) e de Extensão (ProEx) para debater o tema e construir uma minuta para atender à demanda.

O SEGrad foi uma oportunidade de trocas de experiências entre docentes dos cursos de graduação da UFSCar e de outras instituições. “Estamos trabalhando juntos nessa minuta, que até o final do ano será apreciada nos nossos Conselhos. Esse evento representa um salto no nosso acúmulo de discussão”, ressaltou o professor Daniel Leiva, Pró-Reitor de Graduação da UFSCar. “Estamos conseguindo fazer uma construção coletiva, consciente e efetiva”, complementou Ducinei Garcia, Pró-Reitora de Extensão da Universidade.

A Reitora, Ana Beatriz de Oliveira, participou da mesa de abertura do evento e lembrou que o atual Programa de Gestão inclui, dentre tantas outras missões, estabelecer normativas para inserir as atividades de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação. “Essa é uma discussão muito importante. A UFSCar tem uma tradição muito forte na extensão e é fundamental que avancemos nesta construção coletiva para concluir esse trabalho, que certamente vai demandar aprimoramentos ao longo do caminho”, disse a Reitora.

Logo após a abertura, a mesa-redonda sobre “Extensão Universitária na Graduação: História, Diretrizes e Experiências” contou com a participação das professoras Olgamir Amancia Ferreira, Pró-Reitora de Extensão da Universidade de Brasília (UnB), e Maria do Socorro de Lima Oliveira, Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Ambas são coordenadoras nacionais dos colegiados de suas respectivas áreas, na Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

“A maioria das Instituições Federais de Ensino Superior do Brasil não alcança nem 30% de seus alunos envolvidos em atividades de extensão. Precisamos pensar em uma formação nessa perspectiva integral. A inserção curricular de extensão vem para fazer essa modificação, que não é apenas de metodologia. Ela implica a indissociabilidade de ensino-pesquisa-extensão. A universidade produz conhecimento para responder às demandas sociais, e as atividades de extensão colocam o ensino e a pesquisa em diálogo com os interesses da sociedade. Dessa maneira, a Universidade se torna mais democrática, inclusiva e comprometida com a realidade onde ela se insere”, defendeu Olgamir Amancia.

Já a professora Maria do Socorro Lima lembrou que o trabalho para fazer a curricularização da extensão não é simples. “É um desafio, pois traz para gente uma nova perspectiva sobre o que é o entendimento da Universidade e qual a Universidade que nós queremos. É preciso um entendimento comum entre graduação e extensão. Sem essa parceria, não é possível fazer esse trabalho, que tem muitas camadas e requer muita atenção e diálogo. É uma grande oportunidade de pensar novos currículos. Precisamos aproximar o currículo da graduação da realidade e, por isso, a flexibilização é necessária. Temos que repensar a própria finalidade do ensino superior e pensar sobre o ensino de graduação flexível, contextualizado, inter, multi e transdisciplinar. A extensão permite que façamos isso com muita leveza e de uma forma bastante tranquila”, destacou.

O SEGrad, desde 2007, constitui o Programa de Formação Continuada dos Docentes da UFSCar, a gravação do encontro deste ano – o 12º SEGrad – está disponível no Canal UFSCar Oficial no Youtube.

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