Nota da Reitoria: Informações Falsas e Distorcidas Divulgadas pela Imprensa

Foto: Reitoria UFSCar

Segundo o Ranking de Universidades da Folha (RUF), a UFSCar é a 12ª (decima segunda) melhor universidade do Brasil no ranking geral. Desde 2013 a UFSCar vem ocupando entre a 10ª e a 12ª posição neste ranking, com oscilações para cima e para baixo ao longo dos anos. A UFSCar também vem ocupando entre a 10ª e 12ª posição entre as melhores do Brasil, segundo os rankings THE e QS, nos últimos quatro anos.

A posição no ranking é composta pela somatória de vários indicadores, sendo que, em alguns destes indicadores, a UFSCar está acima da 12ª posição e, em outros indicadores, abaixo. Por exemplo, no próprio RUF a UFSCar é a 7ª melhor no ranking de Ensino.

Assim, informação veiculada recentemente pela imprensa local afirmando que a UFSCar “tombou no Ranking de Universidades da Folha de São Paulo” é, no mínimo, distorcida e com viés que busca difamar a UFSCar.

Um ponto importante para a análise do RUF não mencionado pela reportagem é o tamanho das Universidades. Compare uma universidade com 5 mil docentes e outra com 1 mil: quem deve publicar mais artigos? E depositar mais patentes? O RUF classifica as Universidades por tamanho e a UFSCar é considerada “média”. A UFSCar é a universidade de tamanho médio mais bem posicionada no RUF, à frente de mais de 60 universidades “grandes”.

Sobre o indicador Inovação, a reportagem afirma “(…) a UFSCar despencou dezesseis lugares, ocupando atualmente o vexatório 30º lugar. E ninguém é capaz de explicar o porquê de uma queda tão brusca”. É fácil explicar: a posição da UFSCar mudou de 2017 para 2018 porque o ranking mudou. Em 2018 a Folha de São Paulo introduziu ajustes na metodologia do RUF e passou a considerar, além do número de patentes depositadas, o número de artigos publicados em parceria com a iniciativa privada, ocorridas entre 2011 e 2015.

Sobre o indicador Mercado, é importante lembrar sua construção com base exclusivamente em pesquisa de opinião conduzida pelo Datafolha com empregadores sobre suas preferências de contratação. A raiz da questão aqui é: um empregador entrevistado pelo Datafolha deixaria de dizer que a Universidade onde ele mesmo se formou é uma das preferidas para contratação? A UFSCar forma excelentes profissionais – lembremos que ela é a 7ª no ranking de Ensino – mas em número relativamente pequeno quando comparada às estaduais paulistas, às grandes federais – UFRJ, UFMG, UFRGS, UFPE, UnB – e às grandes Universidades particulares. A chance do empregador entrevistado pelo Datafolha ser formado na UFSCar é menor do que em outras Universidades.

Sem citar fontes ou documentos comprobatórios, a mesma reportagem afirma que a UFSCar aderiu ao Programa Future-se. A UFSCar não aderiu ao Future-se – Programa que sequer foi votado no Congresso Nacional. Também sem citar fontes ou documentos, a reportagem afirmou que o orçamento da UFSCar é cerca de R$1,1 bilhão. O orçamento da UFSCar é de R$650 milhões ao ano.

A UFSCar lamenta a tentativa de difamar sua imagem por meio de informações falsas e distorcidas. A pronta repercussão interna por pessoas envolvidas na Pesquisa Eleitoral para sucessão à Reitoria dá um indicativo do possível interesse por trás desta desinformação.

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UFSCar amplia quantidade de bolsas de assistência estudantil em 37%

Nos últimos 4 anos, o Programa de Assistência Estudantil (PAE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) passou por mudanças de metodologia. O objetivo foi melhorar o apoio aos estudantes em vulnerabilidade socioeconômica, visando sua permanência na Universidade. As mudanças, combinadas com mais investimentos, possibilitaram ampliar em 37% o número de bolsistas atendidos, comparando-se os dados dos anos de 2016 e 2019.

“Com as ações afirmativas consolidadas, o perfil do estudante na Universidade mudou. Esta mudança é extremamente positiva, pois a Universidade pública é de todos e deve cumprir seu papel de transformar a realidade social do País por meio do conhecimento. Nosso objetivo é que os estudantes cheguem na Universidade e permaneçam até o final de seu curso, por isso trabalhamos para ampliar o seu apoio e acolhimento”, explica a Reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann.

Em 2016, 1.753 estudantes da UFSCar foram atendidos com bolsas de assistência estudantil. Já em 2019 a UFSCar atendeu 2.401 estudantes – um aumento de 37%.  A gestão e execução do Programa de Assistência Estudantil (PAE) são realizadas pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis da UFSCar (ProACE), que promoveu mudança em procedimentos e metodologias de trabalho para melhorar a permanência do estudante na Universidade. A primeira destas mudanças ocorreu na configuração do antigo Departamento de Serviço Social (DeSS). Para ampliar a visão do papel da assistência estudantil, e após promover uma reflexão interna entre os técnicos da ProACE, o Departamento foi reestruturado. Agora, em seu lugar, temos o Departamento de Assistência ao Estudante (DeAE).

“Implantamos uma visão mais ampla do que é a política de assistência estudantil e de permanência estudantil. O serviço era muito focado na perícia da condição socioeconômica na entrada, verificando se o estudante tem perfil ou não. Agora, vemos o ingresso como apenas uma etapa dentre outras que são fundamentais para o estudante ter suporte, permanecer na Universidade e concluir o seu curso”, afirma Francy Mary Alves Back, Pró-Reitora Adjunta da ProACE.

Profissionais de outras áreas foram agregados à equipe do DeAE para a ampliação do campo de conhecimento. Além dos assistentes sociais, atuam na equipe um psicólogo e um terapeuta ocupacional. Já na parte metodológica, o Departamento criou o profissional de referência. Ou seja, todos os estudantes que participam do PAE têm um profissional que o acompanha de maneira abrangente durante toda sua permanência no Programa, e não apenas nas emergências.

A mudança na metodologia do processo de avaliação socioeconômica para o ingresso também foi um importante marco para o Programa de Assistência Estudantil da UFSCar. Até então, a avaliação era focada na renda e não levava em consideração outros aspectos. “A dinâmica de vulnerabilidade não está restrita apenas a uma questão de renda. Ela abrange múltiplas dimensões que devem ser consideradas no processo de avaliação. A avaliação é socioeconômica, e não apenas de renda”, explica Francy Back.

Hoje, a avaliação leva em consideração indicadores de vulnerabilidade como condições de moradia (própria, alugada, financiada, ocupação), de saúde do grupo familiar, condição profissional e de trabalho, se são famílias atendidas por programas sociais externos e, também, a renda.

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Pós-Graduação da UFSCar elabora metas para os próximos 4 anos

O Conselho de Pós-Graduação da UFSCar (CoPG), em sua na 119ª Reunião Ordinária, aprovou o Planejamento Estratégico da Pós-Graduação. O documento irá nortear as ações da Universidade até 2024. O processo de elaboração do documento foi conduzido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (ProPG) da UFSCar, que atuou junto a uma equipe multidisciplinar dos 4 campi da Universidade.

Aumentar a capacidade dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) recrutarem estudantes, além de garantir que os ingressantes concluam seus cursos, é a primeira meta do Planejamento. Para isso, ações estratégicas foram traçadas, definidos os resultados esperados e apresentados indicadores que levarão a Universidade a verificar, posteriormente, se a meta foi alcançada.

Profa. Dra. Audrey Borghi Silva, Pró-Reitora de Pós-Graduação da UFSCar, destaca que o documento é essencial para nortear o planejamento dos Programas de Pós-Graduação da UFSCar. “Nosso documento se ampara na missão contida no Plano de desenvolvimento Institucional da UFSCar (PDI), bem como nos princípios da administração pública, que une valores fundamentais: a Excelência, a Responsabilidade Social, a Eficiência, a Ética e a Visibilidade Internacional da UFSCar”, explica a Pró-Reitora.

Conheça algumas metas da Pós-Graduação na UFSCar para os próximos 4 anos:

• Ampliar o número  de estudantes que ingressam na pós-graduação e concluem seu curso;
• Criar Programas inovadores, interdisciplinares, que agreguem valor à sociedade, ao setor produtivo e ao desenvolvimento nacional;
• Fortalecer a internacionalização da pós-graduação na UFSCar por meio de interação interdisciplinar diversificada e ampliação de parcerias internacionais;
• Implantar sistemas gerenciais administrativos e financeiros entre os Programas de Pós-Graduação (PPGs) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (ProPG);
• Agilizar a disponibilização de diplomas aos estudantes concluintes;
• Melhorar a avaliação CAPES dos PPGs existentes na UFSCar, levando em consideração seus distintos processos de maturação;
• Ampliar a interação global, os saberes e a diversidade cultural na UFSCar;
• Acolher os estudantes e pesquisadores estrangeiros.

Acesse o Planejamento Estratégico da Pós-Graduação da UFSCar 2020 – 2024 na íntegra aqui.

Planejamento estratégico foi aprovado pelo Conselho de Pós-Graduação da UFSCar

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Evento internacional da UFSCar reuniu jovens cientistas

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o pesquisador Alex S. Lima da Universidade de Gotemburgo (Suécia) realizaram, nos dias 16,17, 24 e 25 de junho, o debate on-line “I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas”. O evento reuniu pesquisadores brasileiros que trabalham em instituições nacionais e internacionais com linhas de pesquisas em eletroquímica e/ou eletroanalítica, além de palestrantes brasileiros e estrangeiros, com relevantes trabalhos nas áreas.

Entre os pesquisadores que integraram o debate: Bruno Campos Janegitz, do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) do campus Araras da UFSCar; Thiago Paixão, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP); Raphael Nagao, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Gabriel N. Meloni da Universidade de Warwick (Inglaterra); Carla Santana Santos, da Universidade Ruhr-Bochum (Alemanha) e Cecília C. C. Silva do MackGraphe (Universidade Presbiteriana Mackenzie).

As apresentações foram conduzidas por jovens pesquisadores e doutores que abordaram as realizações dos diferentes grupos de pesquisas na atualidade. “Organizamos o evento em parceria com a Universidade de Gotemburgo para discutir e estimular os jovens cientistas a realizarem pesquisas nas áreas de eletroquímica e eletroanalítica, principalmente diante da pandemia de COVID-19”, explicou o pesquisador da UFSCar, Prof. Dr. Bruno Campos Janegitz.

A eletroquímica e a eletroanalítica são ramos da físico-química e da química analítica, respectivamente, e desempenham papel importante no desenvolvimento da ciência. “O debate permite a troca de experiências proporcionando discussões sobre temas atuais, contatos e novas parcerias dentro da eletroquímica e da eletroanalítica, incluindo novas formas para a detecção da COVID-19”, finalizou o Professor Bruno Janegitz.

O “I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas” contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Química, da Sociedade Brasileira de Eletroquímica e Eletroanalítica e Metrohm Brasil.

Debates sobre eletroquímica e eletroanalítica têm relevância no caso da COVID-19

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Evento discutirá Sistema de Gestão Ambiental da UFSCar

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), por meio da Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS), realizará a live “Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da UFSCar: perspectiva, desafios e ações”. O evento on-line acontece na próxima segunda-feira (06) a partir das 17h e será transmitido ao vivo pelo Facebook da SGAS (@sgas.ufscar.7).

Participarão da live dois especialistas da área ambiental: o Prof. Dr. Tadeu Fabrício Malheiros, da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (EESC/USP), e o Prof. Dr. Miguel Cooper, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiros, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP). A abertura do evento será feita pela Reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann, junto da equipe da SGAS.

A live dará início às discussões públicas voltadas à construção do SGA. Este Sistema busca reforçar a missão da Universidade de conciliar os diferentes interesses existentes com a interface ambiental, a qualidade de vida, a sustentabilidade e a conservação da biodiversidade. Seu objetivo é minimizar o impacto ambiental de empresas e instituições.

A SGAS vem estruturando e coordenando os trabalhos de elaboração do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Por meio de sua Coordenadoria de Planejamento e Coordenadoria Multicampi, promove a articulação dos Departamentos e demais unidades da UFSCar para a implementação do Sistema. Estudos preliminares do SGA já foram realizados. Entre eles estão as discussões para a elaboração de um Plano de Logística Sustentável (PLS) para a Universidade com propostas de ações ambientais.

Informações:
– Evento: Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da UFSCar: perspectiva, desafios e ações
 Local: Facebook da SGAS (@sgas.ufscar.7)
– Data: Segunda-feira, dia 06 de julho de 2020.
– Horário: 17 horas.

Foto: Exposições da Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS)

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